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Modern BCAA+

31.50

Incrivelmente Refrescante! Fortalecido com 10 Gramas de Aminoácidos Micronizados por Dose!

Limpar
REF: N/A Categoria: Código:3626

Descrição

“Não Tome Nem Mais Uma Gota De BCAAs Até Ler Esta Mensagem de Início A Fim…” Quem Disse Que Não Pode Comer Doces? Continue A Ler Para Saber Mais Acerca De Uma Empolgante Descoberta Na Suplementação Com BCAAs…
Caro Amigo,
A equipa da USPlabs ADORA BCAA’s…
O problema é que tomamos tantos, que os corantes e aromatizantes artificiais em grandes quantidades acabam por dar-nos enxaquecas, náuseas, acabam por deixar-nos cansados e, para dizer a verdade, sentimo-nos péssimos.
… Além disso, e este talvez seja o elemento mais importante, não conseguíamos encontrar as proporções de BCAAs que desejávamos…
Assim sendo, fizemos aquilo que sabemos fazer – desenvolvemos o nosso próprio produto…
Chama-se USPlabs Modern BCAA™
Regras Para os BCAAs
Fomos muito explícitos com a nossa equipa de investigadores – o USPlabs Modern BCAA™ TEM de ser desenvolvido sob as seguintes regras:
A proporção de BCAAs tem de promover a ativação de mTOR
Ultra-Micronizada
De Fácil Mistura
Sem Corantes Artificiais
Sabor Fresco e Natural
Sem L-Glutamina
Via Anabólica Pouco Conhecida – mTOR
Se nunca ouviu falar de mTOR (e mesmo que já tenha ouvido falar), preste muita atenção, pois é uma das vias anabólicas e de síntese proteica mais subestimadas de que há conhecimento…
E… provavelmente… você ainda está longe de maximizar o seu enorme potencial…
O mTOR (Alvo da Rapamicina em mamíferos) é uma proteína quinase prolina-serina-treonina, responsável por uma vasta gama de funções fisiológicas e metabólicas em vários tipos de célula, incluindo os adipócitos (as células da gordura) e os miócitos (as células dos músculos)…
Entre as suas várias funções, o mTOR é responsável pelo crescimento hipertrófico (o aumento da dimensão das células musculares, por exemplo), pela síntese proteica e pela morfogénese dos tecidos…
Por esse motivo, há muito tempo que os compostos que se concentram nas vias reguladoras do mTOR têm grande procura. Vários estudos indicam que os aminoácidos são capazes de regular diretamente o mTOR, assinalando vias no músculo esquelético (1, 2, 3, 4), incluindo a possibilidade de ativarem alguns dos elementos assinaladores das células a montante do mTOR no fluxo sanguíneo, na via assinaladora da
insulina e do fator de crescimento.
Ao Contrário Da Sua Mãe, o mTOR Tem Favoritos
Porém, as mesmas investigações indicam que a ativação de vias assinaladoras de mTOR induzida por aminoácidos não é uniforme, e há provas de que o mecanismo de ativação de mTOR pode ser específico tanto para os tecidos, como para os aminoácidos.
Especificamente, acredita-se que o aminoácido Leucina é o maior responsável pela ativação das vias assinaladoras de mTOR induzida por aminoácidos e, nesse sentido, é responsável pelo efeito do mTOR na reposição e síntese proteica. (1 – 6).
Esta hipótese surgiu quando os estudos comprovaram que a maioria dos efeitos dos aminoácidos na sinalização do mTOR desapareciam ao diminuir a concentração de Leucina, ou aumentavam quando se acrescentava Leucina, enquanto que as flutuações eram menores quando as concentrações dos outros aminoácidos ramificados variavam.
A Leucina É a Vedeta… MAS…
Por outras palavras, a Leucina é a vedeta, mas também temos de referir que os outros dois aminoácidos ramificados (BCAAs), a Isoleucina e a Valina, têm de estar presentes para maximizar os resultados…
Proporção de BCAA de 8-1-1
Com tudo isso em mente, formulámos o USPlabs Modern BCAA™ com uma proporção de Leucina-Isoleucina-Valina de 8-1-1…
Em relação à Leucina, a lógica aqui subjacente é a seguinte: numa perspetiva estritamente técnica, os estudos demonstram que só a Leucina e os aminoácidos estruturalmente relacionados com a Leucina é que são responsáveis pelo aumento do mTOR habitualmente associado à suplementação com BCAA.
Resultados & Valor
Como deverá saber, muita gente duplica, triplica e chega até a quadruplicar a sua dose de BCAAs com proporções de 2-1-1 e 4-1-1 para conseguir melhores resultados…
Tendo em conta que a Leucina é o aminoácido responsável por esse efeito, sobretudo no músculo esquelético, conceber uma fórmula de 8-1-1 acaba com a necessidade de consumir doses tão elevadas.
Além dos outros benefícios, este é um valor acrescentado extremamente eficaz.
Saem 3 – Entra 1
A outra questão a considerar é o transporte e metabolismo de aminoácidos. Os três aminoácidos ramificados – a Leucina, a Isoleucina e a Valina – competem pelos mesmos sistemas de transporte e, por esse motivo, a presença de altas concentrações dos outros dois aminoácidos pode diminuir os níveis de Leucina intracelular…
Obviamente, NÃO é isso o que se pretende…
A questão complica-se ainda mais devido ao facto de que, após ingerida, a Leucina começa por desempenhar primeiro outros papéis estruturais, não relacionados com o metabolismo proteico, mesmo antes de ativar as vias vias assinaladoras de mTOR…
Por esse motivo, os produtos de BCAAs com uma proporção de 2-1-1 ou 4-1-1 podem entrar em conflito com os efeitos anabólicos do produto, pois esses substratos acabam por competir entre si pelo processo metabólico.
8-1-1 É Altamente Ao aumentar a proporção “normal” de Leucina em relação aos outros dois aminoácidos ramificados, conseguimos duas coisas:
As doses exageradas tornam-se desnecessárias, pois já duplicamos o componente mais importante para o aumento de síntese proteica que se costuma verificar com os BCAAs.
O metabolismo competitivo entre os aminoácidos não baixará os níveis de Leucina a ponto de inviabilizar a sua regulação do mTOR.
Por outras palavras, uma proporção de 2-1-1 ou de 4-1-1, ainda que tenha efeitos, não é a proporção ideal para ativar a via assinaladora de mTOR e para a síntese proteica a ela associada.
Ultra-Micronizada
Sejamos sinceros – na época em que o seu tio usava botas à cowboy e usava o telemóvel na bolsinha à cintura, ele tomava os mesmos BCAAs arenosos que você toma atualmente…
Claro está, agora há BCAAs instantâneos – mas são incrivelmente caros e são produzidos usando soja…
E sei que está farto de grumos de BCAAs e de perder produto por este ficar colado aos lados da garrafa…
É por esse motivo que os BCAAs do USPlabs Modern BCAA™ utilizam um processo avançado de micronização, que resulta num pó incrivelmente leve e solto, capaz de misturar-se com extrema facilidade.
Além disso, o USPlabs Modern BCAA™ irá mantê-lo concentrado na sua tarefa no ginásio, ou no trabalho – sem ter de preocupar-se com bigodes de BCAAs nem dentes manchados…
Tem Andado A Tomar Amónia?
Toda a gente sabe que a Creatina misturada com água pode facilmente tornar-se no seu subproduto inferior, a Creatinina…
Nesse caso, por que nunca ouvimos falar da degeneração da L-Glutamina?
Recordações da Escola Preparatória
Lembra-se daquele horrível cheiro a amoníaco que ficava quando os funcionários lavavam o chão na escola preparatória? Quase que dava para sentir o sabor daquela porcaria…
Lembro-me de entrar nos balneários, antes da aula de Educação Física, e de ficar com a sensação que o cheiro a amoníaco quase me corroía os olhos.
Penso que todos devemos ter recordações semelhantes.
Você nunca na vida beberia algo assim, certo?
ERRADO!
É o que tem acontecido que anda a tomar L-Glutamina…
A L-Glutamina é célebre pela sua instabilidade em estado seco e, acima de tudo, em solução aquosa. (5, 6)
Os produtos resultantes da degradação da L-Glutamina podem ser o ácido glutâmico, a amónia e o ácido piroglutâmico, sendo que os dois últimos podem, eventualmente, ser tóxicos (5-9).
Pior ainda, quanto mais tempo ficar em água, maior é a degradação ocorrida.!
Que nojo!
Escusado será dizer, foi por isso que insistimos em que a L-Glutamina não poderia estar presente na fórmula do USPlabs Modern BCAA™
Em vez disso, para ajudar a preencher os níveis de Glutamina no sangue, incluímos um composto chamado Sustamine™…

Sustamine™ Este produto consiste um dipéptido de Glutamina (L-Alanil-L-Glutamina), que é mais estável e muito mais solúvel em água do que a L-Glutamina normal (1).
Estas propriedades fisio-químicas podem, só por si, ser mais eficazes que a L-Glutamina. Porém, a presença de um transportador intestinal único para o dipéptido também pode permitir que a circulação sanguínea e o músculo esquelético acabem por receber uma quantidade superior de Glutamina, em comparação com a L-Glutamina simples.
Essas teorias são corroboradas pelas superiores concentrações de Glutamina no plasma e no músculo esquelético de animais a quem foi administrado Alanil-Glutamina, em comparação com os outros a quem só foi dada L-Glutamina simples. (3, 4)
Isso é importante pois até cerca de 65% da L-Glutamina normal pode ser destruída antes sequer de chegar aos músculos.

Informação adicional

Peso 600 g
Sabor

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