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PERDER GORDURA COM UMA DIETA À BASE DE PROTEÍNA

PERDER GORDURA COM UMA DIETA À BASE DE PROTEÍNA

A PROTEÍNA ESTÁ NA MODA, TAL COMO ESTÃO AS DIETAS EM QUE A MESMA PREDOMINA. HOJE VAIS FICAR A SABER COMO PERDER GORDURA COM UMA DIETA À BASE DE PROTEÍNA

 

Perder gordura com uma dieta à base de proteína

As dietas com base em proteína são ideais para perder gordura e manter a massa muscular durante um período de restrição calórica. O artigo de hoje pretende explicar a melhor forma de adequar este método aos teus objetivos.

O QUE É AO CERTO A PROTEÍNA?

A proteína é um dos três macronutrientes, juntamente com hidratos de carbono e gordura. Macronutrientes são os componentes da alimentação fundamentais para os organismos. Para os animais (humanos inclusive), os principais nutrientes são proteínas, gorduras e hidratos de carbono.

No corpo humano, a proteína executa os seguintes papéis:

  • Reparação e manutenção: a proteína é o principal componente dos músculos, ossos, pele e cabelo. Estes tecidos são continuamente reparados e substituídos por novas proteínas;
  • Hormonas: As proteínas químicas mensageiras permitem que as células e órgãos do seu corpo se comuniquem entre si;
  • Enzimas: A maioria das enzimas são proteínas, e os milhares de reações químicas que ocorrem em todo o corpo são impulsionadas pelas mesmas;
  • Transporte e armazenamento: Algumas proteínas ajudam a fornecer moléculas importantes onde são necessárias. Por exemplo, a hemoglobina proteica transporta oxigénio para as células do corpo.

A proteína é composta por unidades menores conhecidas como aminoácidos.

Dos 22 aminoácidos, 9 são considerados “essenciais”, o que significa que devem ser consumidos através dos alimentos porque o seu corpo não os consegue produzir por si mesmo.

É importante referir que alguns alimentos fornecem melhor qualidade a nível de proteína do que outros, com base no seu perfil de aminoácidos.

De um modo geral, os produtos animais são considerados “proteínas completas” porque contêm todos os aminoácidos essenciais nas quantidades ideais de que o corpo necessita (ovos, laticínios, carne, peixe e aves).

As proteínas vegetais não fornecem quantidades adequadas de cada aminoácido essencial, mas podem ser combinadas com outras fontes vegetais para produzir proteínas completas. Feijões, leguminosas, grãos, soja, frutos secos e sementes são exemplos de alimentos vegetais ricos em proteínas.

Como a proteína afeta a perca de gordura e ganho de massa muscular

COMO A PROTEÍNA AFETA A PERCA DE GORDURA E GANHO DE MASSA MUSCULAR

Os estudos atuais revelam que consumir quantidades superiores de proteína na dieta poderá ter efeitos relevantes a nível de apetite, saciedade, ritmo metabólico, perca de gordura e ganho de massa muscular:

1. A proteína fornece mais saciedade, comer mais proteína pode ajudar a suprimir a fome e o apetite durante horas. A proteína aumenta a produção de hormonas como PYY e GLP-1, ambas promotoras da saciedade. Além disso, ajuda a reduzir os níveis de grelina, também conhecida como a “hormona da fome”.
Num estudo controlado de 12 mulheres saudáveis, o grupo que consumiu uma dieta mais rica em proteína experimentou níveis mais elevados de GLP-1, maior sentimento de saciedade e menos fome do que o grupo que comeu uma dieta de baixo teor proteico;

2. A proteína queima mais calorias, devido ao efeito térmico da comida ser mais alto na proteína (20 a 30%) que nos hidratos de carbono ou gordura (5-10%), uma pessoa que consuma mais proteína na dieta que outra que consuma menos (assumindo que as calorias totais ingeridas sejam iguais), irá gastar muito mais calorias no processamento dos alimentos e como tal aumentar o défice calórico;

3. Aumenta a massa muscular, diversos estudos têm demonstrado que um consumo de proteína superior ao recomendado pela OMS é necessário e útil quando, aliado a um programa de treino com pesos, se pretende ganhar massa muscular. Recomendamos ao invés dos 0.8 gr/kg da OMS, consumir cerca de o dobro, entre 1.6 a 2 gr de proteína por kg de peso corporal;

4. Previne a perca da massa muscular derivada do envelhecimento, é comum perder massa muscular com o avanço da idade. Vários estudos têm comprovado que o consumo de uma dieta com mais proteína é benéfico para atenuar a perca de massa muscular advente do passar dos anos, e ainda ajuda a prevenir a osteoporose, fortalece os ossos e melhora a cicatrização.

O que comer e o que evitar numa dieta à base de proteína

O QUE COMER E O QUE EVITAR NUMA DIETA À BASE DE PROTEÍNA

A maioria das pessoas pode seguir uma dieta à base de proteína comendo carne, peixe, produtos lácteos, feijão e leguminosas, ovos e vegetais que são relativamente ricos em proteínas, como espargos e espinafres.

As pessoas nesta dieta optarão muitas vezes por reduzir a sua ingestão de hidratos de carbono, o que pode implicar limitar o seu consumo de alimentos altamente processados, pão e outros produtos assados, doces e massas brancas e arroz.

Existem alguns planos de dieta de alta proteína, como a dieta Atkins. No entanto, uma pessoa pode aumentar a sua ingestão de proteínas por si só com ou sem ajustar a sua ingestão de outros grupos alimentares.

Neste artigo, explicamos como comer uma dieta rica em proteínas, alimentos para incluir e excluir, e os potenciais efeitos adversos da adoção desta dieta.

Combinar feijões e leguminosas com outras fontes de proteína pode garantir que uma pessoa obtenha todos os aminoácidos essenciais.

Escolher os alimentos certos ao comer uma dieta rica em proteínas é importante para a máxima eficácia.

Abaixo estão algumas excelentes escolhas proteicas que poderiam ser adequadas para uma variedade de planos dietéticos:

  • Ovos;
  • Cortes mais magros de carne de vaca;
  • Peitos de frango;
  • Peitos de peru;
  • Feijões;
  • Camarão;
  • Frutos secos e sementes;
  • Peixes;
  • Pão de grão germinado;
  • Batidos de proteína de soro do leite isolada ou vegans;
  • Lentilhas;
  • Quinoa;
  • Grão-de-bico;
  • Aveia;
  • Produtos lácteos, como iogurte grego, leite de vaca ou queijo;
  • Vegetais.

As pessoas com restrições alimentares necessárias também devem continuar a excluir alimentos inadequados. Por exemplo, uma pessoa que tenha intolerância à lactose não deve usar produtos lácteos para aumentar a sua ingestão de proteínas.

Uma pessoa deve, em geral, evitar os seguintes alimentos como parte da dieta rica em proteínas:

  • Produtos que contêm açúcar refinado, como doces, produtos assados e refrigerantes alimentos altamente processados;
  • Alimentos que os fabricantes comercializam como produtos “diet”, uma vez que muitas vezes contêm quantidades excessivas de adoçante artificial.

Exemplar de plano alimentar à base de proteína

EXEMPLAR DE PLANO ALIMENTAR À BASE DE PROTEÍNA

Pequeno almoço:

  • 1 dose Iso Whey Clear
  • Omelete de 4 ovos com legumes
  • Aveia cozida e adoçada com Protein Cream

Meio da manhã:

  • 1 Protein Bar Zero

Almoço:

  • 150/200 gr peito de frango/peito de peru/pescada
  • Legumes e salada a gosto temperado com azeite e vinagre
  • 1 kiwi

Lanche:

  • 1 Vegan Protein Bar

Jantar:

  • 150/200 gr de Atum/Salmão/Carne de vaca magra
  • Legumes e salada a gosto temperado com azeite e vinagre
  • 100 gr morangos

L-CARNITINA: BENEFICIOS, USOS E DOSAGENS

SABE TUDO SOBRE A CARNITINA, OS SEUS DIFERENTES TIPOS, USOS E DOSAGENS.

L-Carnitina: beneficios, usos e dosagens

Durante a atividade física, os nossos músculos utilizam a energia química dos nutrientes para produzir a energia mecânica ou de trabalho. Este é um processo bioquímico de grande complexidade que é regulado por vários fatores de natureza enzimática e hormonal.

Os nutrientes que se constituem nas principais fontes de energia durante o exercício físico são os hidratos de carbono e as gorduras. Os músculos utilizam sempre uma mistura destes dois nutrientes na “queima” metabólica, em conjunto com o oxigénio.

A principal função da L-Carnitina, e a que mais nos interessa neste artigo, é a participação desta substância no metabolismo das gorduras. Transporta a gordura acumulada no organismo para ser queimada e utilizada como energia, em conjunto com os hidratos de carbono.

O QUE É A L-CARNITINA?

É um composto semelhante a um aminoácido, produzido naturalmente pelo organismo e depositado em diversos tecidos, como por exemplo o tecido muscular.

Além de produzida pelo corpo, é possível obter através da alimentação e suplementação.

Na alimentação, está presente em maior concentração na carne vermelha, de onde vem também o seu nome (carnitina). Está também presente no abacate, grão de soja, laticínios, ovos, arroz e muito mais alimentos mas em quantidades bastante reduzidas..

Entre os diferentes tipos de carnitina existentes podemos destacar os seguintes:

– L-Carnitina Base

A L-Carnitina base é a forma base, e mais concentrada de L-Carnitina. Uma vez que é um composto instável, é pouco utilizada, sendo mais comum utilizar-se os derivados da L-Carnitina base, na forma de L-Carnitina L-Tartrato, Acetil-L-Carnitina ou L-Carnitina Fumarato, entre outras;

– L-Carnitina Tartrato

A L-Carnitina L-Tartrato, tal como a versão base, é normalmente usada para o desempenho físico e perda de gordura. O L-Tartrato é um sal utilizado como aditivo em alguns suplementos de saúde para facilitar a absorção de outra substancia. É referido que ao combinar a L-Carnitina com L-Tartrato, o corpo absorverá mais eficazmente a L-Carnitina;

– Acetil-L-carnitina

A Acetil-L-Carnitina é utilizada de uma forma mais comum para melhoria cognitiva, diminuição do stress mas também na ajuda do metabolismo da gordura.

A Acetil-L-Carnitina é uma substância natural encontrada nas células do corpo e ao longo do sistema nervoso central, desempenhando um papel no metabolismo do sistema nervoso central e na síntese de acetilcolina, um neurotransmissor importante. Pode passar livremente da corrente sanguínea para o cérebro, tendo uma melhor penetração nos tecidos do cérebro e do sistema nervoso do que qualquer tipo de carnitina.

Quais são os beneficios da L-Carnitina?

QUAIS SÃO OS BENEFICIOS DA L-CARNITINA?

O consumo ou suplementação de L-Carnitina é muito importante para atletas com uma percentagem de gordura elevada. Eis os principais benefícios para os atletas:

L-CARNITINA E REDUÇÃO DE MASSA GORDA:

A principal função da L-Carnitina, e a que mais nos interessa neste artigo, é a participação desta substância no metabolismo das gorduras. A L-Carnitina ajuda a transportar a gordura acumulada no organismo para ser queimada e utilizada como energia, em conjunto com os hidratos de carbono.

Uma vez que a L-Carnitina promove o uso de gordura como combustível para o corpo, a gordura acumulada irá ser utilizada durante o exercício físico e queimada para produzir energia. Consequentemente, se treinares com frequência, os teus resultados ao nível de perda de gordura serão muito mais evidentes e superiores ao longo do tempo;

AUMENTO DA RESISTÊNCIA MUSCULAR E DIMINUIÇÃO DO CATABOLISMO:

Ao dilatar os vasos sanguíneos e permitir que mais nutrientes e oxigénio circule no sangue, a L-Carnitina aumenta a tua resistência muscular, ajudando-te a fazer treinos mais intensos e obter resultados mais rápidos tanto ao nível de perda de gordura como no ganho de massa muscular.

Ao estimular a queima de gordura para transformar em energia, a L-Carnitina poupa as reservas de glicogénio nos músculos, promovendo uma maior resistência muscular.

Também estimula a vasodilatação, aumentando o fluxo sanguíneo e consequentemente a quantidade de oxigénio e nutrientes que o sangue transporta.

Promove um equilíbrio hormonal apropriado ao melhorar a atividade dos recetores celulares dos andrógenos. A sua capacidade de promover a recuperação do exercício de alta intensidade converte-o numa poderosa ferramenta tanto como ajuda para os treinos como contra o catabolismo;

AJUDA A FORTALECER O SISTEMA IMUNITÁRIO E A SAÚDE:

A L-Carnitina previne o envelhecimento precoce ao mesmo tempo que limita os danos de radicais livres no teu corpo. Um excelente aliado na tua saúde.

A nível do coração a L-carnitina ajuda a aumentar o rendimento cardíaco, a contração do miocárdio, a produção de ATP e a resistência do coração ao exercício físico. Ajuda também a diminuir o ritmo cardíaco em situações de stress e, provavelmente, a gravidade do enfarte cardíaco e os sintomas de insuficiência cardíaca e angina de peito. A L-carnitina atua ainda a nível dos triglicéridos, aumentando os níveis de HDL (colesterol bom).

No que diz respeito à saúde do cérebro a L-carnitina pode ajudar a retardar o envelhecimento dos células cerebrais. É útil também para promover a concentração, a memória e as capacidades de aprendizagem. (A nível cerebral, a acetil-L-carnitina – uma forma de L-carnitina – revela-se mais eficaz, pois tem a capacidade de penetrar nas células cerebrais mais facilmente).

A L-carnitina é ainda útil a nível hepático, promovendo um melhor funcionamento do fígado ao aumentar a síntese proteica. Ajuda também a reduzir os problemas de fígado gordo.

Este suplemento pode ainda ajudar a melhorar a vitalidade e quantidade do esperma, contribuindo, desta forma, em casos de infertilidade masculina.

Pelo exposto, a L-carnitina é um suplemento que pode ser tomado por bastantes pessoas, beneficiando as situações específicas referidas e sendo ainda útil em casos de falta de energia, de stress, na gravidez e amamentação ou ajudando pessoas saudáveis a manter-se em forma.

Recomendação de dosagens para os diferentes tipos de carnitina

RECOMENDAÇÃO DE DOSAGENS PARA OS DIFERENTES TIPOS DE CARNITINA

A dose padrão de L-carnitina é de 500 a 2.000 mg por dia.

Embora a dosagem varie de estudo para estudo, aqui está uma visão geral do uso e dose de cada forma:

– Acetil-L-carnitina: Esta forma é melhor para a saúde e função do cérebro. As doses variam de 600 a 2.500 mg por dia.

– L-carnitina L-tartrato: Esta forma é mais eficaz para o desempenho do exercício. As doses variam de 1.000 a 4.000 mg por dia.

– Propionil-L-carnitina: Esta forma é melhor para melhorar o fluxo sanguíneo naqueles com pressão alta ou condições de saúde relacionadas. As doses variam de 400 a 1.000 mg por dia.

Até 2.000 mg (2 gramas) por dia parecem seguros e eficazes a longo prazo.

Recomendação de carnitina Biotech USA

Na Shaker possuímos uma vasta gama de produtos de carnitina em que todos podem ser utilizados pelo consumidor, a escolha irá depender da sua preferência de consumo. Temos carnitina liquida, em comprimidos, em ampolas e ainda em tabletes efervescentes.

Escolhe a tua carnitina Usa e começa já a queimar gordura mais rápido!

GUIA DE AMINOÁCIDOS

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Guia de Aminoácidos

O consumo de aminoácidos é extremamente importante para a correcta existência do corpo humano, num artigo anterior falámos acerca da importância do consumo de proteína . A proteína é um nutriente indispensável a todos os seres humanos, pois funciona como matéria-prima para o nosso organismo, atuando na construção de massa magra e manutenção das nossas funções fisiológicas e metabólicas. São encontradas em todas as estruturas do nosso corpo e, a partir delas, construímos músculos, tecidos, cabelo, unha, hormonas, anticorpos e outras estruturas celulares.

É importante consumir proteína devido aos aminoácidos que a constituem. Basicamente todos os alimentos contendo proteína também contém aminoácidos. Ovos, frango, peru, vaca, legumes ou leguminosas, batidos de proteína, leite, todos eles em maior ou menor quantidade contém proteína, e como tal aminoácidos.

O objectivo deste artigo é explicar o que são aminoácidos, as diferenças entre eles, as funções de cada um deles e ensinar-te a escolher de entre a variada e completa gama de aminoácidos da Biotech Usa, qual ou quais o mais indicado para o teu objectivo e a forma mais correta de o tomar (quantidade e horário).

O QUE SÃO AMINOÁCIDOS?

Os aminoácidos são moléculas orgânicas formadas por átomos de carbono, hidrogénio, oxigénio e nitrogénio. Todas as células do nosso corpo precisam de aminoácidos. Os aminoácidos são essenciais para a produção de mais de 50 mil proteínas e mais de 15 mil enzimas, incluindo as enzimas digestivas, que devem estar em perfeito estado de funcionamento para o aproveitamento da alimentação seja feita ao nível máximo. Os aminoácidos também influenciam o humor, a concentração, a agressividade, a atenção e o sono.

Os aminoácidos formam-se ao comermos. O nosso sistema digestivo transforma as proteínas dos alimentos em vários aminoácidos que posteriormente são recombinados de modo a criar os tipos de proteínas que o nosso corpo precisa.

Existem aminoácidos não-essenciais (aqueles os quais o corpo humano pode sintetizar. São eles: a alanina, a arginina, a asparagina, o ácido aspártico, a cisteína, o ácido glutâmico, a glutamina, a glicina, a prolina, a taurina e a tirosina) e aminoácidos essenciais (aqueles que não podem ser produzidos pelo corpo humano, e por isso devem ser adquiridos através dos alimentos. São eles: a histidina, a isoleucina, a leucina, a lisina, a metionina, a fenilalanina, a teonina, o triptofano e a valina).

Os aminoácidos são importantes para fazer a manutenção e reparação dos músculos, tendões, pele, ligamentos, glândulas, unhas e cabelo. Ajudam na produção das hormonas (como a insulina), dos neurotransmissores (substâncias químicas que transportam as mensagens no cérebro), de vários fluidos do corpo e das enzimas que desencadeiam as funções orgânicas.

Os suplementos de aminoácidos são mais eficazes quando não têm de competir com os aminoácidos presentes em alimentos ricos em proteínas. Por isso, tome os suplementos, pelo menos, hora e meia antes ou depois das refeições.

O papel dos aminoácidos no deporto e na composição corporal

O PAPEL DOS AMINOÁCIDOS NO DESPORTO E NA COMPOSIÇÃO CORPORAL

No que diz respeito ao exercício físico, os aminoácidos estão envolvidos na fadiga central, no balanço proteico muscular, na secreção de insulina, na modulação da imunocompetência, no aumento da performance de indivíduos que se exercitam em ambientes quentes e na diminuição do grau de lesão muscular. O aumento da disponibilidade de aminoácidos para a síntese proteica é o principal mecanismo para o aumento do anabolismo de proteínas musculares e isto é observado quando indivíduos consomem aminoácidos.

A ingestão proteica e a atividade física são os principais estímulos anabólicos para a síntese de proteína muscular. O envelhecimento causa a perda de vários sinais anabólicos para a síntese proteica muscular e esta resistência anabólica está associada ao desenvolvimento da sarcopenia. A sarcopenia pode ser definida como a perda da massa, força e/ou performance muscular com o decorrer da idade, um processo complexo da síntese e quebra muscular que é influenciado por vários fatores internos e externos. Um fator exacerbador da perda tecidual muscular na velhice é a baixa ingestão proteica, entretanto novos estudos têm apresentado um novo termo ou fenómeno, chamado de resistência anabólica, a qual não se sabe se ocorre pela digestão ou pela absorção irregular das proteínas ingeridas.

Em virtude do seu alto valor biológico, o composto nutricional com aminoácidos ou BCAAs é recomendado como suplemento dietético de manutenção para aqueles indivíduos com ingestão proteica inadequada, ou cuja sua absorção encontra-se prejudicada, seja por causas fisiológicas, psicológicas ou socioeconómicas, e para aqueles que necessitam maximizar a síntese proteica corporal, para maximizar a força muscular, o endurance e volume, e, ao mesmo tempo, reduzir o tempo de recuperação muscular após o período do treino, bem como preservar o máximo de massa muscular durante os períodos de restrição calórica com vista à perca de gordura.

Que aminoácidos podem ser encontrados em forma de suplemento?

QUE AMINOÁCIDOS PODEM SER ENCONTRADOS EM FORMA DE SUPLEMENTOS?

Dependendo da fonte consultada, existem cerca de 20 a 22 aminoácidos padrão. Desses 20-22, 8 a 10 deles são considerados essenciais, o que significa que necessitamos uma certa quantidade deles para que a dieta funcione correctamente, pois o nosso corpo não pode sintetizá-los a partir de outros materiais, sendo que apenas os obtemos de alimentos .

Ao lado dos 8 aminoácidos essenciais, existem cerca de 14 aminoácidos não essenciais e uma série de outros metabolitos classificados como aminoácidos derivados dos 8 essenciais. Dos 8 aminoácidos essenciais é necessário compreender o essencial acerca deles e tentar otimizá-los na dieta. Um espectro completo de aminoácidos e a saúde ideal só podem ser obtidos através da ingestão de proteínas e desses 8 aminoácidos

De entre os aminoácidos essenciais é importante destacar os aminoácidos de cadeia ramificada, que são altamente respeitados nos círculos da musculação. São os três aminoácidos mais importantes na fabricação, manutenção e reparo de tecido muscular. Todos os três exercem um forte efeito sinérgico. Usar apenas Valina ou Iso-leucina faz pouco no que diz respeito ao efeito anabólico, mas ambos, quando administrados na quantidade certa, aumentam o efeito da tão importante Leucina. Tal como acontece com outros suplementos, a dose relativa é mais importante que a dose geral. Acredita-se que um equilíbrio 2-1-1 na dosagem de Leucina / Iso-leucina / Valina produz os melhores resultados. Os BCAAs são sempre melhores usados ​​juntos.

Para além dos BCAAs e restantes aminoácidos essenciais, ainda existem os chamados aminoácidos não essenciais, que são produzidos apenas quando o corpo precisa deles e não são tão omnipresentes nos alimentos quanto os essenciais. Portanto, embora tenhamos mais do que suficientes aminoácidos não essenciais, em algumas circunstâncias, a toma deles de forma exógena é necessária, especialmente em circunstâncias em que, por um motivo ou outro, a reserva do corpo corre o risco de ser absorvida para fins menos úteis. São soluções temporárias para problemas temporários, mas bastante rentáveis.

Os aminoácidos não essenciais mais importantes são:

1. Arginina

Também conhecida como L-arginina, a arginina não pode ser sintetizada a partir de outros aminoácidos. A arginina muda para óxido nítrico no corpo humano e serve como um potente vasodilatador.

2. Alanina

A alanina é produzida por outros aminoácidos como piruvato e leucina, valina e isoleucina. É popularmente conhecido como L-alanina. Uma forma mais densa deste aminoácido é conhecida pelo nome de beta-alanina e está mais ligada à indústria desportiva, pois melhora o desempenho.

3. Asparagina

A asparagina foi o primeiro aminoácido a ser isolado de sua fonte. Foi sintetizado a partir de espargos. A asparagina é conhecida pelo seu papel principal na síntese de glicoproteínas.

4. Aspartato

O aspartato é comumente conhecido como ácido aspártico e é um aminoácido polar carregado negativamente. É sintetizado pelo fígado no corpo humano.

5. Cisteína

A cisteína é amplamente utilizada pelo corpo humano para várias funções importantes. Em suplementos, é geralmente sob a forma de N-acetil-L-cisteína. O corpo converte-o em cisteína e depois em glutationa, que é um poderoso antioxidante.

6. Glutamato

O glutamato é um aminoácido muito importante e é usado como um neurotransmissor muito poderoso. O corpo produz este aminoácido não essencial pela única razão de ter que estar presente na quantidade necessária no local desejado no tempo necessário. O excesso de concentração de glutamato é altamente tóxico.

7. Glutamina

A glutamina é amplamente utilizada como um agente de recuperação no desporto e é comumente conhecida como L-glutamina. A glutamina contém azoto e é por isso que é conhecido por ser um transportador de azoto.

8. Glicina

A glicina é o menor aminoácido de acordo com sua estrutura. É produzida pelo corpo e uma refeição típica pode conter cerca de 2 gramas de glicina.

9. Prolina

A prolina é conhecida como L-prolina. É sintetizado no organismo pela quebra do L-glutamato. O consumo de alimentos no L-glutamato ajuda a garantir níveis adequados deste aminoácido.

10. Serina

A serina também é conhecida como L-serina. É sintetizado pelo organismo a partir da glicina e da treonina, também aminoácidos.

11. Tirosina

A tirosina é um dos aminoácidos mais importantes no processo de síntese de proteínas. A tirosina está envolvida em muitas funções corporais e é isso que a torna muito importante. O consumo de alimentos ricos em ferro ajuda na produção de tirosina no organismo, mas níveis excessivos de tirosina podem interferir na produção de hormonas tiroideias.

Os nossos aminoácidos

OS NOSSOS AMINOÁCIDOS

Na nossa loja possuímos uma enorme gama de aminoácidos em forma de suplemento, de forma a ir de encontro a todas as possíveis necessidades e preferências dos nossos clientes. A versatilidade dos nossos produtos é tal que podem ser usados em qualquer uma das fases, seja ganho de massa, perca de gordura ou simplesmente para recuperar mais rápido e melhorar a performance de treino para treino.

De entre os nossos produtos de aminoácidos mais populares estão:

1. EAA: Suplemento alimentar em bebida solúvel aromatizada com aminoácidos    essenciais, L-glutamina e adoçantes.

– 7160 mg de aminoácidos essenciais

– É a proporção de aminoácidos essenciais recomendada pela OMS

– Aproxima-se à proporção de 1:1 de glutamina e BCAA

– Sem açúcares

– Sem glúten

2. BCAA+Glutamine ZeroBebida em pó aromatizada contendo BCAA e L-glutamina e adoçantes.

– Proporção 1:1 conteúdo de BCAA- e L-glutamina

– Aminoácidos BCAA na proporção 2:1:1

– Sem glúten

– Sem adição de açúcar

3. Glutamine ZeroFórmula em pó aromatizada com aminoácido glutamina e adoçantes.

– 11 g L-Glutamina por dose

– Sem açúcar

– Em 4 sabores

– Sem aspartame

– Sem conservantes

4. BCAA Zero: Sem açúcar, aromatizado, rácio de BCAA em pó de 2:1:1, com 6000 mg de BCAA e vitamina B6 por dose.

– Cerca de 7 g de aminoácidos puros, dos quais: 6 g BCAA

– Com vitamina B6 que contribui para o metabolismo dos hidratos de carbono e proteínas (aminoácidos)

– Sem açúcar

– Fácil de servir

– Sem conservantes

– Sem aspartame

– Uma gama variada de embalagens e sabores

Vimos neste artigo que é importante tomar aminoácidos no contexto do exercício físico pois os aminoácidos estão envolvidos na fadiga central, no balanço proteico muscular, na secreção de insulina, na modulação da imunocompetência, no aumento da performance de indivíduos que se exercitam em ambientes quentes e na diminuição do grau de lesão muscular. Para além dos aminoácidos recomendamos um produto que funciona perfeitamente em sinergia com os mesmos: a Creatina, sobre a qual faremos um artigo brevemente.

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