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TIPOS DE MAGNÉSIO E PRINCIPAIS FUNÇÕES

TIPOS DE MAGNÉSIO E PRINCIPAIS FUNÇÕES
Um dos produtos que mais tem se destacado quando se fala em suplementação alimentar é o Magnésio. O magnésio é o quarto mineral mais prevalente do corpo humano, sendo de grande importância para diversos processos vitais como contração muscular, formação óssea, metabolismo energético, regulação do humor e do sono e ainda como cofator para absorção de nutrientes, tal como a vitamina D. Na nossa loja existe uma infinidade de opções e variações que podem ser utilizadas como suplemento alimentar de magnésio, entenda as suas diferenças e indicações

Oxido de magnésio:
Apresenta alta estabilidade e pouca solubilidade em água o que interfere na sua biodisponibilidade e reduzida absorção intestinal. O óxido de magnésio é mais utilizado como antiácido para alivio da dor estomacal e laxante de curto prazo.

Carbonato de magnésio:
A sua melhor indicação de uso é como antiácido. indicado para Síndromes ácido-pépticas, hipercloridria, úlcera péptica, refluxo gastro-esofágico, hemorragia gastrintestinal como consequência de gastrite aguda e ulceração por stress.

Cloreto de magnésio:
Melhora a biodispobilidade das vitaminas D, melhora o sistema imunitário para diminuição de doenças respiratórias e doenças intestinais, além de melhorar na prática da atividade física.

Magnésio quelato:
O glicinato ou bisglicinato de magnésio é a fonte de magnésio atual e moderna, resultante da união do aminoácido glicina com o mineral magnésio por ligação quelato formando o componente conhecido como Magnésio Quelato. O ingrediente quelato apresenta alto teor de magnésio e uma das formas mais bio disponíveis, absorvíveis e seguras de magnésio. Normalmente indicado para indivíduos que precisam superar deficiências de magnésio na alimentação.

L-treonato de magnésio:
É uma forma altamente absorvível de magnésio capaz de atravessar a barreira hematoencefálica e facilmente forçar o seu caminho através das membranas celulares. Estudos recentes tanto em modelo animal, in vitro e em humanos demonstram as propriedades do treonato de magnésio em melhorar a função cognitiva, proporcionando um aporte maior do treonato e do magnésio no hipocampo, melhorando a densidade e a função neuronal. Sendo como as principais funções o seu uso para melhorar a aprendizagem, a memória e a cognição, reduz a ansiedade e o stress e também é eficaz para doença de Alzheimer.

Magnésio Dimalato:
Auxilia na redução do stress, da ansiedade e depressão. Também tem comprovada eficácia na redução de arritmias cardíacas e dores no peito, reduz a fadiga crônica e as dores musculares associadas à fibromialgia e osteoporose. Além disso, melhora a memória e reduz a insônia.

Magnésio Glicil Glutamina:
É um composto em que o magnésio é quelado com uma molécula de glicina e uma de glutamina. O resultado é uma molécula altamente bio disponível que contém nutrientes fundamentais para a resposta imunológica, síntese proteica, integridade intestinal.

Magnésio Taurato:
O Magnésio taurato, também conhecido como taurinato de magnésio, é uma composição de óxido de magnésio e taurina. Foi demonstrado em alguns estudos que essa molécula traz alguns benefícios para a saúde, como – melhor desempenho desportivo e menor risco de doenças cardiovasculares. Tanto o magnésio quanto a taurina inibem a excitabilidade das células nervosas em todo o sistema nervoso central e exercem efeitos sedativos. A suplementação com magnésio pode ajudar a baixar a pressão arterial e reduzir o risco de desenvolver diabetes e aterosclerose. Níveis elevados de magnésio também podem proteger contra batimentos cardíacos irregulares e morte cardíaca súbita.

6 FORMAS DE AUMENTAR A TESTOSTERONA NATURALMENTE

UM BOM NÍVEL DE TESTOSTERONA É ESSENCIAL PARA UM BOM FÍSICO, BOA PERFORMANCE E BOA SAÚDE. HOJE VAMOS ENSINAR-TE 6 FORMAS DE ELEVAR A TUA TESTOSTERONA NATURALMENTE

6 Formas de aumentar a testosterona naturalmente

Qualquer pessoa, homens especialmente, irá beneficiar de níveis de testosterona mais elevados (dentro dos valores fisiológicos), pois ir-se-á refletir num corpo mais musculado, percentual de gordura mais baixo e melhoria geral em diversos parâmetros de saúde. Vamos armar-te com 6 formas naturais de colocares a tua testosterona nos níveis ideais.

EFEITOS DA TESTOSTERONA NO CORPO

A testosterona é uma hormona produzida nos testículos (homens) e nos ovários (mulheres). É frequentemente considerada a principal hormona sexual masculina. A testosterona estimula o desenvolvimento das características sexuais secundárias masculinas (como pelos corporais e crescimento muscular) e é essencial na produção de esperma. Nas mulheres, entre outras coisas, a testosterona ajuda a manter os ossos e o sistema reprodutivo saudáveis e contribui para o impulso sexual.

Homens saudáveis que passaram pela puberdade têm 15 vezes mais níveis de testosterona em comparação com mulheres saudáveis.

Os desequilíbrios da testosterona podem causar infertilidade em homens e mulheres. Baixos níveis de testosterona em homens podem causar infertilidade masculina. Níveis elevados de testosterona em mulheres estão associados à infertilidade feminina.

Os níveis de testosterona podem ser avaliados com exames de sangue, que geralmente fazem parte de uma investigação de infertilidade em homens e mulheres.

Quando os níveis de testosterona são anormalmente baixos ou altos, é afetada a saúde geral e o bem-estar de um indivíduo.

Nos homens, as possíveis causas de baixa testosterona incluem:

  • Idade (após os 50)
  • Estar abaixo ou acima do peso ideal
  • Fumar
  • Doença congénita ou cromossómica, como síndrome de Klinefelter (XXY) ou síndrome de Kallmann
  • Problemas com a glândula pituitária
  • Doenças envolvendo os testículos
  • Níveis anormalmente altos de ferro
  • Quimioterapia e outros tratamentos de cancro
  • Doença grave ou cirurgia
  • Alguns medicamentos e drogas recreativas
  • Níveis extremamente altos de stress

Nas mulheres, a causa mais comum de baixa testosterona é simplesmente a menopausa.

Músculo, gordura e osso

MÚSCULO, GORDURA E OSSO

A testosterona é um dos muitos fatores envolvidos no desenvolvimento do volume e da força muscular. A testosterona aumenta os neurotransmissores que estimulam o crescimento do tecido. Também interage com os recetores nucleares no ADN, o que causa a síntese de proteína. A testosterona aumenta os níveis de hormona de crescimento, o que torna os exercícios mais propensos a construir músculo.

A testosterona aumenta a densidade óssea e instrui a medula óssea a fabricar glóbulos vermelhos. Homens com níveis muito baixos de testosterona têm maior probabilidade de sofrer fraturas e ruturas ósseas.

A testosterona também desempenha um papel no metabolismo da gordura, ajudando os homens a queimar gordura com mais eficiência. A redução dos níveis de testosterona pode causar um aumento na gordura corporal.

PELE E CABELO

À medida que o homem passa da infância para a idade adulta, a testosterona estimula o crescimento de pelos no rosto, nas axilas e ao redor dos genitais. O cabelo também pode crescer nos braços, pernas e peito.

Um homem com níveis decrescentes de testosterona pode realmente perder alguns pelos do corpo. No que diz respeito à pele um nível adequado de testosterona mantém a qualidade e juventude da pele, tal como a sua elasticidade, ao contrário do que aconteceria com níveis deficitários.

SEXUALIDADE E SISTEMA REPRODUTIVO

Durante a puberdade, os níveis crescentes de testosterona estimulam o crescimento dos testículos, pénis e pelos púbicos. A voz começa a engrossar e os músculos e pelos corporais crescem. Junto com essas mudanças, o desejo sexual aumenta. Homens com baixos níveis de testosterona podem perder o desejo sexual. A estimulação sexual e a atividade sexual aumentam os níveis de testosterona. Os níveis de testosterona podem mesmo descer durante um longo período de inatividade sexual. Baixa testosterona também pode resultar em disfunção eréctil e infertilidade.

6 FORMAS DE AUMENTAR A TESTOSTERONA

Tendo em conta que níveis ótimos de testosterona são essenciais para manutenção do funcionamento ótimo de diversas áreas do corpo humano, é fundamental tomar medidas para a manter nos melhores parâmetros. Deixamos-vos então 6 formas naturais de aumentar a testosterona de forma natural:

  • Tomar Vitamina D suficiente: a insuficiência de vitamina D é uma das principais razões de baixa testosterona. Níveis médios deficitários de testosterona são mais comuns em países do norte onde há menos exposição solar durante a maioria do ano, por isso a manutenção de níveis suficientes de Vitamina é crucial para uma testosterona adequada;
  • Tomar zinco: níveis de baixo consumo de zinco estão correlacionados com níveis de testosterona baixos. Diversos estudos têm indiciado que a suplementação com zinco adequada é beneficial para subir os níveis de testosterona. Recomenda-se o consumo de ostras, aveia, carne de vaca e frango por exemplo, ou a toma de um suplemento para manter os níveis de zinco na dieta num nível adequado;
  • Comer uma boa quantidade de uvas por dia: As uvas são bastante ricas numa substância chamada polifenóis. Os polifenóis são comumente encontrados no vinho, mas também nas passas que não contêm álcool. Verificou-se que os polifenóis diminuem a taxa de biossíntese de estrogénio, melhorando assim nossa testosterona e por acréscimo o nosso bem-estar físico geral.

Beber sumo de romã

  • Beber sumo de romã: Outro alimento rico em polifenóis é a romã. Portanto, não surpreende que alguns estudos tenham mostrado que o consumo diário de sumo de romã pode aumentar a testosterona em pelo menos 24%. Os mesmos estudos sobre sumo de romã fresca também descobriram que o sumo de romã é anti estrogénico. Esta fruta é um pouco cara e também não é a mais óbvia para comer, mas vale a pena pelos seus benefícios a nível de subida de testosterona;
  • Reduzir as hormonas de stress com o alho: Comer ou suplementar a dieta com alho tem muitos supostos benefícios, um dos quais é um aumento dos níveis de testosterona. Embora faltem pesquisas humanas nesta área, foi estudado o efeito do alho sobre a produção de testosterona em ratos. O consumo extra de alho também ajuda a baixar o stress no geral, o que depois se traduz também em melhorias nos níveis de testosterona;
  • Comer vegetais crucíferos: Os vegetais crucíferos, como couve, couve-de-bruxelas, brócolos e couve-flor devem ser incluídos na dieta, pois aumentam a testosterona. Estes vegetais trazem compostos que combatem o estrogénio chamados di-indol metano, ou DIM, que se ligam a um excesso de estrogénio e, subsequentemente, ajudam a excluí-lo do corpo.

O DIM também bloqueia a produção da enzima aromatase, que pode reduzir a testosterona a sua forma inútil, DHT (dihidrotestosterona).

PRODUTOS BIOTECH USA QUE AUMENTAM A TESTOSTERONA

TST+GH: este fantástico produto que conjuga uma série de aminoácidos e minerais opera em 2 frentes, elevando a testosterona e a produção de hormona de crescimento, o que o torna um excelente aliado para conseguir uma melhoria hormonal total;

Black Test: este produto contém uma série de ingredientes ativos destinados a estimular a tua testosterona de todos os ângulos possíveis e é constituído por um conjunto potente de minerais, aminoácidos e ervas, todos comprovados cientificamente para ajudar o teu corpo a produzir mais testosterona naturalmente;

Tribooster: o tribulus terrestris foi durante muitos anos considerado o rei dos estimuladores naturais de testosterona. Utilizado durante milénios por diversas culturas como elemento virilizante e fertilizante nos homens, o tribulus que encontras no Tribooster contém a mais alta concentração de saponinas, o que o torna extremamente forte e eficaz;

Extracto de Feno-grego: o feno-grego é outra erva milenar cujo extrato tem sido utilizado na medicina tradicional como elemento virilizante e promotor da fertilidade nos homens. Este produto da Biotech Usa contem 1500 mg de ingrediente ativo por dose, e pode ser uma excelente alternativa para ajudar a elevar os teus níveis de testosterona para níveis superiores.

José Quinta

PERDER GORDURA COM UMA DIETA À BASE DE PROTEÍNA

PERDER GORDURA COM UMA DIETA À BASE DE PROTEÍNA

A PROTEÍNA ESTÁ NA MODA, TAL COMO ESTÃO AS DIETAS EM QUE A MESMA PREDOMINA. HOJE VAIS FICAR A SABER COMO PERDER GORDURA COM UMA DIETA À BASE DE PROTEÍNA

 

Perder gordura com uma dieta à base de proteína

As dietas com base em proteína são ideais para perder gordura e manter a massa muscular durante um período de restrição calórica. O artigo de hoje pretende explicar a melhor forma de adequar este método aos teus objetivos.

O QUE É AO CERTO A PROTEÍNA?

A proteína é um dos três macronutrientes, juntamente com hidratos de carbono e gordura. Macronutrientes são os componentes da alimentação fundamentais para os organismos. Para os animais (humanos inclusive), os principais nutrientes são proteínas, gorduras e hidratos de carbono.

No corpo humano, a proteína executa os seguintes papéis:

  • Reparação e manutenção: a proteína é o principal componente dos músculos, ossos, pele e cabelo. Estes tecidos são continuamente reparados e substituídos por novas proteínas;
  • Hormonas: As proteínas químicas mensageiras permitem que as células e órgãos do seu corpo se comuniquem entre si;
  • Enzimas: A maioria das enzimas são proteínas, e os milhares de reações químicas que ocorrem em todo o corpo são impulsionadas pelas mesmas;
  • Transporte e armazenamento: Algumas proteínas ajudam a fornecer moléculas importantes onde são necessárias. Por exemplo, a hemoglobina proteica transporta oxigénio para as células do corpo.

A proteína é composta por unidades menores conhecidas como aminoácidos.

Dos 22 aminoácidos, 9 são considerados “essenciais”, o que significa que devem ser consumidos através dos alimentos porque o seu corpo não os consegue produzir por si mesmo.

É importante referir que alguns alimentos fornecem melhor qualidade a nível de proteína do que outros, com base no seu perfil de aminoácidos.

De um modo geral, os produtos animais são considerados “proteínas completas” porque contêm todos os aminoácidos essenciais nas quantidades ideais de que o corpo necessita (ovos, laticínios, carne, peixe e aves).

As proteínas vegetais não fornecem quantidades adequadas de cada aminoácido essencial, mas podem ser combinadas com outras fontes vegetais para produzir proteínas completas. Feijões, leguminosas, grãos, soja, frutos secos e sementes são exemplos de alimentos vegetais ricos em proteínas.

Como a proteína afeta a perca de gordura e ganho de massa muscular

COMO A PROTEÍNA AFETA A PERCA DE GORDURA E GANHO DE MASSA MUSCULAR

Os estudos atuais revelam que consumir quantidades superiores de proteína na dieta poderá ter efeitos relevantes a nível de apetite, saciedade, ritmo metabólico, perca de gordura e ganho de massa muscular:

1. A proteína fornece mais saciedade, comer mais proteína pode ajudar a suprimir a fome e o apetite durante horas. A proteína aumenta a produção de hormonas como PYY e GLP-1, ambas promotoras da saciedade. Além disso, ajuda a reduzir os níveis de grelina, também conhecida como a “hormona da fome”.
Num estudo controlado de 12 mulheres saudáveis, o grupo que consumiu uma dieta mais rica em proteína experimentou níveis mais elevados de GLP-1, maior sentimento de saciedade e menos fome do que o grupo que comeu uma dieta de baixo teor proteico;

2. A proteína queima mais calorias, devido ao efeito térmico da comida ser mais alto na proteína (20 a 30%) que nos hidratos de carbono ou gordura (5-10%), uma pessoa que consuma mais proteína na dieta que outra que consuma menos (assumindo que as calorias totais ingeridas sejam iguais), irá gastar muito mais calorias no processamento dos alimentos e como tal aumentar o défice calórico;

3. Aumenta a massa muscular, diversos estudos têm demonstrado que um consumo de proteína superior ao recomendado pela OMS é necessário e útil quando, aliado a um programa de treino com pesos, se pretende ganhar massa muscular. Recomendamos ao invés dos 0.8 gr/kg da OMS, consumir cerca de o dobro, entre 1.6 a 2 gr de proteína por kg de peso corporal;

4. Previne a perca da massa muscular derivada do envelhecimento, é comum perder massa muscular com o avanço da idade. Vários estudos têm comprovado que o consumo de uma dieta com mais proteína é benéfico para atenuar a perca de massa muscular advente do passar dos anos, e ainda ajuda a prevenir a osteoporose, fortalece os ossos e melhora a cicatrização.

O que comer e o que evitar numa dieta à base de proteína

O QUE COMER E O QUE EVITAR NUMA DIETA À BASE DE PROTEÍNA

A maioria das pessoas pode seguir uma dieta à base de proteína comendo carne, peixe, produtos lácteos, feijão e leguminosas, ovos e vegetais que são relativamente ricos em proteínas, como espargos e espinafres.

As pessoas nesta dieta optarão muitas vezes por reduzir a sua ingestão de hidratos de carbono, o que pode implicar limitar o seu consumo de alimentos altamente processados, pão e outros produtos assados, doces e massas brancas e arroz.

Existem alguns planos de dieta de alta proteína, como a dieta Atkins. No entanto, uma pessoa pode aumentar a sua ingestão de proteínas por si só com ou sem ajustar a sua ingestão de outros grupos alimentares.

Neste artigo, explicamos como comer uma dieta rica em proteínas, alimentos para incluir e excluir, e os potenciais efeitos adversos da adoção desta dieta.

Combinar feijões e leguminosas com outras fontes de proteína pode garantir que uma pessoa obtenha todos os aminoácidos essenciais.

Escolher os alimentos certos ao comer uma dieta rica em proteínas é importante para a máxima eficácia.

Abaixo estão algumas excelentes escolhas proteicas que poderiam ser adequadas para uma variedade de planos dietéticos:

  • Ovos;
  • Cortes mais magros de carne de vaca;
  • Peitos de frango;
  • Peitos de peru;
  • Feijões;
  • Camarão;
  • Frutos secos e sementes;
  • Peixes;
  • Pão de grão germinado;
  • Batidos de proteína de soro do leite isolada ou vegans;
  • Lentilhas;
  • Quinoa;
  • Grão-de-bico;
  • Aveia;
  • Produtos lácteos, como iogurte grego, leite de vaca ou queijo;
  • Vegetais.

As pessoas com restrições alimentares necessárias também devem continuar a excluir alimentos inadequados. Por exemplo, uma pessoa que tenha intolerância à lactose não deve usar produtos lácteos para aumentar a sua ingestão de proteínas.

Uma pessoa deve, em geral, evitar os seguintes alimentos como parte da dieta rica em proteínas:

  • Produtos que contêm açúcar refinado, como doces, produtos assados e refrigerantes alimentos altamente processados;
  • Alimentos que os fabricantes comercializam como produtos “diet”, uma vez que muitas vezes contêm quantidades excessivas de adoçante artificial.

Exemplar de plano alimentar à base de proteína

EXEMPLAR DE PLANO ALIMENTAR À BASE DE PROTEÍNA

Pequeno almoço:

  • 1 dose Iso Whey Clear
  • Omelete de 4 ovos com legumes
  • Aveia cozida e adoçada com Protein Cream

Meio da manhã:

  • 1 Protein Bar Zero

Almoço:

  • 150/200 gr peito de frango/peito de peru/pescada
  • Legumes e salada a gosto temperado com azeite e vinagre
  • 1 kiwi

Lanche:

  • 1 Vegan Protein Bar

Jantar:

  • 150/200 gr de Atum/Salmão/Carne de vaca magra
  • Legumes e salada a gosto temperado com azeite e vinagre
  • 100 gr morangos

GUIA DE AMINOÁCIDOS

GUIA DE AMINOÁCIDOS

FICA CONNOSCO E APRENDE COMO ESCOLHER OS AMINOÁCIDOS QUE MAIS TE IRÃO BENEFICIAR NA DIETA E NO TREINO.

 

Guia de Aminoácidos

O consumo de aminoácidos é extremamente importante para a correcta existência do corpo humano, num artigo anterior falámos acerca da importância do consumo de proteína . A proteína é um nutriente indispensável a todos os seres humanos, pois funciona como matéria-prima para o nosso organismo, atuando na construção de massa magra e manutenção das nossas funções fisiológicas e metabólicas. São encontradas em todas as estruturas do nosso corpo e, a partir delas, construímos músculos, tecidos, cabelo, unha, hormonas, anticorpos e outras estruturas celulares.

É importante consumir proteína devido aos aminoácidos que a constituem. Basicamente todos os alimentos contendo proteína também contém aminoácidos. Ovos, frango, peru, vaca, legumes ou leguminosas, batidos de proteína, leite, todos eles em maior ou menor quantidade contém proteína, e como tal aminoácidos.

O objectivo deste artigo é explicar o que são aminoácidos, as diferenças entre eles, as funções de cada um deles e ensinar-te a escolher de entre a variada e completa gama de aminoácidos da Biotech Usa, qual ou quais o mais indicado para o teu objectivo e a forma mais correta de o tomar (quantidade e horário).

O QUE SÃO AMINOÁCIDOS?

Os aminoácidos são moléculas orgânicas formadas por átomos de carbono, hidrogénio, oxigénio e nitrogénio. Todas as células do nosso corpo precisam de aminoácidos. Os aminoácidos são essenciais para a produção de mais de 50 mil proteínas e mais de 15 mil enzimas, incluindo as enzimas digestivas, que devem estar em perfeito estado de funcionamento para o aproveitamento da alimentação seja feita ao nível máximo. Os aminoácidos também influenciam o humor, a concentração, a agressividade, a atenção e o sono.

Os aminoácidos formam-se ao comermos. O nosso sistema digestivo transforma as proteínas dos alimentos em vários aminoácidos que posteriormente são recombinados de modo a criar os tipos de proteínas que o nosso corpo precisa.

Existem aminoácidos não-essenciais (aqueles os quais o corpo humano pode sintetizar. São eles: a alanina, a arginina, a asparagina, o ácido aspártico, a cisteína, o ácido glutâmico, a glutamina, a glicina, a prolina, a taurina e a tirosina) e aminoácidos essenciais (aqueles que não podem ser produzidos pelo corpo humano, e por isso devem ser adquiridos através dos alimentos. São eles: a histidina, a isoleucina, a leucina, a lisina, a metionina, a fenilalanina, a teonina, o triptofano e a valina).

Os aminoácidos são importantes para fazer a manutenção e reparação dos músculos, tendões, pele, ligamentos, glândulas, unhas e cabelo. Ajudam na produção das hormonas (como a insulina), dos neurotransmissores (substâncias químicas que transportam as mensagens no cérebro), de vários fluidos do corpo e das enzimas que desencadeiam as funções orgânicas.

Os suplementos de aminoácidos são mais eficazes quando não têm de competir com os aminoácidos presentes em alimentos ricos em proteínas. Por isso, tome os suplementos, pelo menos, hora e meia antes ou depois das refeições.

O papel dos aminoácidos no deporto e na composição corporal

O PAPEL DOS AMINOÁCIDOS NO DESPORTO E NA COMPOSIÇÃO CORPORAL

No que diz respeito ao exercício físico, os aminoácidos estão envolvidos na fadiga central, no balanço proteico muscular, na secreção de insulina, na modulação da imunocompetência, no aumento da performance de indivíduos que se exercitam em ambientes quentes e na diminuição do grau de lesão muscular. O aumento da disponibilidade de aminoácidos para a síntese proteica é o principal mecanismo para o aumento do anabolismo de proteínas musculares e isto é observado quando indivíduos consomem aminoácidos.

A ingestão proteica e a atividade física são os principais estímulos anabólicos para a síntese de proteína muscular. O envelhecimento causa a perda de vários sinais anabólicos para a síntese proteica muscular e esta resistência anabólica está associada ao desenvolvimento da sarcopenia. A sarcopenia pode ser definida como a perda da massa, força e/ou performance muscular com o decorrer da idade, um processo complexo da síntese e quebra muscular que é influenciado por vários fatores internos e externos. Um fator exacerbador da perda tecidual muscular na velhice é a baixa ingestão proteica, entretanto novos estudos têm apresentado um novo termo ou fenómeno, chamado de resistência anabólica, a qual não se sabe se ocorre pela digestão ou pela absorção irregular das proteínas ingeridas.

Em virtude do seu alto valor biológico, o composto nutricional com aminoácidos ou BCAAs é recomendado como suplemento dietético de manutenção para aqueles indivíduos com ingestão proteica inadequada, ou cuja sua absorção encontra-se prejudicada, seja por causas fisiológicas, psicológicas ou socioeconómicas, e para aqueles que necessitam maximizar a síntese proteica corporal, para maximizar a força muscular, o endurance e volume, e, ao mesmo tempo, reduzir o tempo de recuperação muscular após o período do treino, bem como preservar o máximo de massa muscular durante os períodos de restrição calórica com vista à perca de gordura.

Que aminoácidos podem ser encontrados em forma de suplemento?

QUE AMINOÁCIDOS PODEM SER ENCONTRADOS EM FORMA DE SUPLEMENTOS?

Dependendo da fonte consultada, existem cerca de 20 a 22 aminoácidos padrão. Desses 20-22, 8 a 10 deles são considerados essenciais, o que significa que necessitamos uma certa quantidade deles para que a dieta funcione correctamente, pois o nosso corpo não pode sintetizá-los a partir de outros materiais, sendo que apenas os obtemos de alimentos .

Ao lado dos 8 aminoácidos essenciais, existem cerca de 14 aminoácidos não essenciais e uma série de outros metabolitos classificados como aminoácidos derivados dos 8 essenciais. Dos 8 aminoácidos essenciais é necessário compreender o essencial acerca deles e tentar otimizá-los na dieta. Um espectro completo de aminoácidos e a saúde ideal só podem ser obtidos através da ingestão de proteínas e desses 8 aminoácidos

De entre os aminoácidos essenciais é importante destacar os aminoácidos de cadeia ramificada, que são altamente respeitados nos círculos da musculação. São os três aminoácidos mais importantes na fabricação, manutenção e reparo de tecido muscular. Todos os três exercem um forte efeito sinérgico. Usar apenas Valina ou Iso-leucina faz pouco no que diz respeito ao efeito anabólico, mas ambos, quando administrados na quantidade certa, aumentam o efeito da tão importante Leucina. Tal como acontece com outros suplementos, a dose relativa é mais importante que a dose geral. Acredita-se que um equilíbrio 2-1-1 na dosagem de Leucina / Iso-leucina / Valina produz os melhores resultados. Os BCAAs são sempre melhores usados ​​juntos.

Para além dos BCAAs e restantes aminoácidos essenciais, ainda existem os chamados aminoácidos não essenciais, que são produzidos apenas quando o corpo precisa deles e não são tão omnipresentes nos alimentos quanto os essenciais. Portanto, embora tenhamos mais do que suficientes aminoácidos não essenciais, em algumas circunstâncias, a toma deles de forma exógena é necessária, especialmente em circunstâncias em que, por um motivo ou outro, a reserva do corpo corre o risco de ser absorvida para fins menos úteis. São soluções temporárias para problemas temporários, mas bastante rentáveis.

Os aminoácidos não essenciais mais importantes são:

1. Arginina

Também conhecida como L-arginina, a arginina não pode ser sintetizada a partir de outros aminoácidos. A arginina muda para óxido nítrico no corpo humano e serve como um potente vasodilatador.

2. Alanina

A alanina é produzida por outros aminoácidos como piruvato e leucina, valina e isoleucina. É popularmente conhecido como L-alanina. Uma forma mais densa deste aminoácido é conhecida pelo nome de beta-alanina e está mais ligada à indústria desportiva, pois melhora o desempenho.

3. Asparagina

A asparagina foi o primeiro aminoácido a ser isolado de sua fonte. Foi sintetizado a partir de espargos. A asparagina é conhecida pelo seu papel principal na síntese de glicoproteínas.

4. Aspartato

O aspartato é comumente conhecido como ácido aspártico e é um aminoácido polar carregado negativamente. É sintetizado pelo fígado no corpo humano.

5. Cisteína

A cisteína é amplamente utilizada pelo corpo humano para várias funções importantes. Em suplementos, é geralmente sob a forma de N-acetil-L-cisteína. O corpo converte-o em cisteína e depois em glutationa, que é um poderoso antioxidante.

6. Glutamato

O glutamato é um aminoácido muito importante e é usado como um neurotransmissor muito poderoso. O corpo produz este aminoácido não essencial pela única razão de ter que estar presente na quantidade necessária no local desejado no tempo necessário. O excesso de concentração de glutamato é altamente tóxico.

7. Glutamina

A glutamina é amplamente utilizada como um agente de recuperação no desporto e é comumente conhecida como L-glutamina. A glutamina contém azoto e é por isso que é conhecido por ser um transportador de azoto.

8. Glicina

A glicina é o menor aminoácido de acordo com sua estrutura. É produzida pelo corpo e uma refeição típica pode conter cerca de 2 gramas de glicina.

9. Prolina

A prolina é conhecida como L-prolina. É sintetizado no organismo pela quebra do L-glutamato. O consumo de alimentos no L-glutamato ajuda a garantir níveis adequados deste aminoácido.

10. Serina

A serina também é conhecida como L-serina. É sintetizado pelo organismo a partir da glicina e da treonina, também aminoácidos.

11. Tirosina

A tirosina é um dos aminoácidos mais importantes no processo de síntese de proteínas. A tirosina está envolvida em muitas funções corporais e é isso que a torna muito importante. O consumo de alimentos ricos em ferro ajuda na produção de tirosina no organismo, mas níveis excessivos de tirosina podem interferir na produção de hormonas tiroideias.

Os nossos aminoácidos

OS NOSSOS AMINOÁCIDOS

Na nossa loja possuímos uma enorme gama de aminoácidos em forma de suplemento, de forma a ir de encontro a todas as possíveis necessidades e preferências dos nossos clientes. A versatilidade dos nossos produtos é tal que podem ser usados em qualquer uma das fases, seja ganho de massa, perca de gordura ou simplesmente para recuperar mais rápido e melhorar a performance de treino para treino.

De entre os nossos produtos de aminoácidos mais populares estão:

1. EAA: Suplemento alimentar em bebida solúvel aromatizada com aminoácidos    essenciais, L-glutamina e adoçantes.

– 7160 mg de aminoácidos essenciais

– É a proporção de aminoácidos essenciais recomendada pela OMS

– Aproxima-se à proporção de 1:1 de glutamina e BCAA

– Sem açúcares

– Sem glúten

2. BCAA+Glutamine ZeroBebida em pó aromatizada contendo BCAA e L-glutamina e adoçantes.

– Proporção 1:1 conteúdo de BCAA- e L-glutamina

– Aminoácidos BCAA na proporção 2:1:1

– Sem glúten

– Sem adição de açúcar

3. Glutamine ZeroFórmula em pó aromatizada com aminoácido glutamina e adoçantes.

– 11 g L-Glutamina por dose

– Sem açúcar

– Em 4 sabores

– Sem aspartame

– Sem conservantes

4. BCAA Zero: Sem açúcar, aromatizado, rácio de BCAA em pó de 2:1:1, com 6000 mg de BCAA e vitamina B6 por dose.

– Cerca de 7 g de aminoácidos puros, dos quais: 6 g BCAA

– Com vitamina B6 que contribui para o metabolismo dos hidratos de carbono e proteínas (aminoácidos)

– Sem açúcar

– Fácil de servir

– Sem conservantes

– Sem aspartame

– Uma gama variada de embalagens e sabores

Vimos neste artigo que é importante tomar aminoácidos no contexto do exercício físico pois os aminoácidos estão envolvidos na fadiga central, no balanço proteico muscular, na secreção de insulina, na modulação da imunocompetência, no aumento da performance de indivíduos que se exercitam em ambientes quentes e na diminuição do grau de lesão muscular. Para além dos aminoácidos recomendamos um produto que funciona perfeitamente em sinergia com os mesmos: a Creatina, sobre a qual faremos um artigo brevemente.

4 DELICIOSAS RECEITAS DE PEQUENO-ALMOÇO VEGETARIANO

É IMPORTANTE COMEÇAR O DIA DA MANEIRA MAIS SAUDÁVEL POSSÍVEL! HOJE VAMOS DAR-TE 4 RECEITAS VEGETARIANAS DE PEQUENO-ALMOÇO PARA TURBINAR A TUA MANHÃ.

As receitas vegetarianas são ricas em vitaminas, minerais e diversos micronutrientes. Que forma melhor de começar o dia que fornecendo ao organismo um pequeno-almoço desta categoria? Temos 4 receitas vegetarianas deliciosas para começares o teu dia ao máximo do teu potencial.

RAZÕES PARA TOMAR SEMPRE O PEQUENO-ALMOÇO

Há muitas pessoas que tem por hábito não comer logo ao pequeno-almoço e se bem que não cause problemas dignos de registo, a maioria dos estudos efectuados sobre o assunto sugerem que é uma refeição que não deve ser evitada.

Os possíveis benefícios do pequeno-almoço na saúde incluem:

Diabetes: evitar o pequeno-almoço pode aumentar o risco de diabetes nas mulheres, sendo que o risco de diabetes é significativamente maior em mulheres que não tomam o pequeno-almoço comparativamente às que o tomam todos os dias;

Doença cardíaca: a toma do pequeno-almoço está associada a uma menor incidência de doenças cardíacas em homens com mais de 45 anos, para além do que o não tomar o mesmo está associado a maior probabilidade de hipertensão, resistência à insulina e níveis elevados de açúcar no sangue

Metabolismo e perda de peso: estudos recentes revelaram que as pessoas que fazem do pequeno-almoço a sua maior refeição perderam em média bastante mais peso no espaço de três meses do que outros participantes que consumiram o mesmo número de calorias totais por dia, mas ingerindo a maior parte ao jantar. Estes dados indiciam que a toma de um bom pequeno-almoço é positivo para manter o metabolismo activo e perder peso de forma saudável.

PARA SEGUIRES UMA DIETA VEGAN TENS DE SER CONSCIENTE

Quando seguimos uma dieta vegan temos que ter mais atenção às fontes de alimentos que utilizamos, essencialmente devido ao facto de que as proteínas vegetais são consideradas incompletas, ou seja faltam-lhes determinados aminoácidos para serem consideradas boas fontes de proteína.

A solução é simples: consumir mais que uma fonte de proteína por refeição. Temos como exemplo o arroz e o feijão, ambos proteínas incompletas, mas que juntos possuem um perfil de aminoácidos bastante completo.

Relativamente ao ratio de macronutrientes para um pequeno-almoço vegan, temos que considerar que uma dieta será quase sempre predominante em hidratos de carbono devido aos alimentos que a constituem, logo uma distribuição de 50% de hidratos de carbono, 25% de proteína e 25% de gordura é considerada adequada.

As melhores fontes de proteínas vegan são alimentos como Tofu, ervilhas, feijão, arroz, quinoa, lentilhas, cereais e amendoins, entre outros.

Há indícios que uma dieta vegan pode melhorar o condicionamento desportivo.

INGREDIENTES SAUDÁVEIS PARA UM PEQUENO-ALMOÇO VEGAN

Um pequeno-almoço vegan é automaticamente como que considerado saudável, dado que a maioria dos ingredientes que os constituem são de alguma forma naturais e de fontes orgânicas, tal como os cereais integrais, as frutas e os frutos secos.

Por exemplo um smoothie feito com leite de soja, banana, morangos congelado e sementes de chia é uma excelente escolha para começar o dia com um pequeno-almoço super saudável sem açúcar adicionado.

O tofu é um alimento originário da china feito de leite de soja condensado que é comprimido em blocos sólidos através de um processo similar a como se faz o queijo. Devido ao ser sabor quase neutro pode ser utilizado de diversas formas e conjugado com diversos outros alimentos. Tofu com legumes pode ser um excelente pequeno-almoço.

Os cereais são um clássico nos pequenos-almoços tradicionais e continuam a sê-lo na sua variante vegan. Um pequeno-almoço constituído por aveia, leite de amêndoa, amendoins e frutos vermelhos entra a dois pés na categoria de pequeno-almoço saudável.

Outros ingredientes como quinoa, arroz, lentilhas e diversos tipos de leguminosas podem ser misturados em diversas variantes para conseguir um aminograma completo e um bom perfil de macronutrientes que se encaixa dentro do considerado saudável para um pequeno-almoço nutritivo.

Podes conferir mais alguns alimentos vegan aqui.

4 DELICIOSAS RECEITAS DE PEQUENO-ALMOÇO VEGAN

1. TOFU MEXIDO:

Uma alternativa vegan aos ovos mexidos. Fácil de fazer, alta em proteína e pronta em 15 minutos utilizando apenas 4 ingredientes.

Primeiro cortar e desfazer o tofu em pedaços muito pequenos, e fritar em azeite numa frigideira misturando salsa (ou outros ingredientes) a gosto. Por fim servir em tostas integrais.

2. Mingau vegan:

Fácil de fazer utilizando apenas leite de amêndoa, aveia, banana e frutos secos.

Basta cozer a aveia e o leite em fogo lento durante 10 minutos, verter para uma tigela, misturar os frutos secos a gosto e a banana partida aos cubos, deixar arrefecer e colocar no frigorifico durante a noite para comer na manhã seguinte.

3. Muffin Inglês:

Ingredientes:

7 gr de fermento seco activo (1 pacote)

1 Chávena de água quente

3 Chávena de farinha de trigo

1 Colher de sopa de açúcar

1 Colher de sopa de sumo de limão

2 Colheres de sopa de óleo vegetal

1 Colher de chá de sal

Preparação:

1) Ative o fermento

Pré-aqueça o forno a 204 ° C. Numa tigela média, misture a água quente e o fermento por cerca de um minuto. A temperatura é importante porque se a água estiver muito quente, o fermento morrerá e se a água estiver muito fria, o fermento não será activado.

2) Areje a farinha

Numa tigela grande, adicione a farinha e bata por alguns segundos para arejar.

3) Misture os ingredientes de construção do sabor e depois a massa

Numa tigela pequena, misture o açúcar, o sumo de limão, o óleo vegetal e o sal. Bata rapidamente na mistura da água do fermento e adicione o conteúdo da tigela à tigela que contém os ingredientes secos. Misture com uma colher de pau até incorporar e use as mãos para amassar a massa por não menos de 5 minutos. Pode ser necessário adicionar algumas gotas de farinha se a massa estiver muito molhada ou um pouco de água se a massa estiver muito seca, mas tome muito cuidado para não adicionar demasiado. Se a sua tigela for grande o suficiente, pode amassar a massa dentro dela. Se a sua tigela for muito pequena, amasse a massa em uma superfície limpa e levemente enfarinhada.

4) Deixe a massa subir

Coloque a bola de massa dentro da tigela grande, cubra com uma sacola plástica e deixe descansar em cima do forno por 45 minutos ou até a massa dobrar de tamanho. Depois que a massa dobrar de tamanho, coloque-a em uma superfície limpa e levemente enfarinhada e passe a massa em um círculo grosso de 2,5 cm.

5) Corte os biscoitos vegans no tamanho e leve ao forno com perfeição

Use um cortador de biscoitos de 3 polegadas ou uma caneca para cortar a massa em muffins ingleses. Coloque os muffins em uma assadeira antiaderente ou levemente untada com óleo. Pressione o centro de cada bolinho com o polegar para que eles não se abaixem ao assar. Asse por 10 minutos ou até dourar.

4. Bolinhos proteicos de banana e aveia:

Ingredientes:

1 Banana

35g Aveia

100g Claras

8g Vegan Protein

Preparação:

1.) Pré-aquecer o forno a 180ºC.

2.) Juntar todos os ingredientes e bater (na liquidificadora ou com a varinha mágica)

3.) Distribuir a massa em formas de queques e levar ao forno por 25/30 minutos (verificando através do teste do palito).

PLANO ALIMENTAR CETOGÉNICO PARA INICIANTES

A DIETA CETOGÉNICA TEM SIDO UTILIZADA COM BASTANTE SUCESSO PARA PERCA DE GORDURA POR MILHARES DE ATLETAS. HOJE VAMOS CONTAR-TE TUDO SOBRE ELA E COMO A IMPLEMENTARES.

A dieta Cetogénica é muito popular entre os entusiastas do fitness pois permite perder gordura de uma forma considerada mais fácil por alguns pois a redução alimentar é feita apenas na base da remoção dos hidratos de carbono do menu, como irão verificar no plano alimentar que vamos apresentar.

OS BÁSICOS DA DIETA CETOGÉNICA

A Dieta Cetogénica é conhecida por ser uma dieta baixa em hidratos de carbono, alta em gordura e moderada em proteína na qual o corpo produz cetonas no fígado para serem usadas como principal fonte de energia na ausência de glicose.

Ao reduzirmos a ingestão de hidratos de carbono, o corpo é induzido a um estado conhecido como cetose. A cetose é um processo natural que o corpo inicia para nos ajudar a sobreviver quando a ingestão de alimentos é baixa. Durante este estado, produzimos cetonas, produzidas a partir da quebra de gorduras no fígado.

O objectivo final de uma dieta Cetogénica é forçar o corpo a mudar para este estado metabólico de cetose. Não o faremos através da redução de calorias, mas através da restrição de hidratos de carbono. O nosso corpo é extremamente adaptável ​​ao que lhe fornecermos, pois quando o sobrecarregamos com gorduras e retiramos os hidratos de carbono, passará de utilizar glicose como fonte principal de energia passará a utilizar cetonas como alternativa.

A dieta Cetogénica oferece diversos benefícios, entre eles:

  • Baixa do Colesterol
  • Perda de Peso
  • Mais Energia
  • Menos Fome
  • Melhoria da Acne

Recomendamos este tipo de dieta a todos que desejem perder gordura de forma relativamente rápida sem sacrificar demasiada massa muscular, mas recomendamos igualmente que consultem um médico ou nutricionista certificado antes de iniciar qualquer tipo de plano alimentar ou dieta restritiva, de forma a prevenir qualquer risco associado com a mesma, sendo que diabéticos, hipertensos e lactantes devem evitar a dieta Cetogénica.

A LISTA DE COMPRAS CETOGÉNICA

Para entendermos que alimentos devemos ou não consumir na dieta Cetogénica, vamos elaborar uma lista de grupos de alimentos e dentro dos mesmos dividi-los em sub-grupos de “consumir à vontade” e “nunca consumir”:

Proteína

Consumir à vontade:

  • Carne de vaca alimentada a pasto
  • Peixe, especialmente os peixes gordos como o salmão
  • Coxas de frango

Nunca consumir:

  • Carnes frias com acucar adicionado
  • Carnes marinadas com doces
  • Panados de peixe ou panados de frango

Óleos e gorduras

Consumir à vontade:

  • Óleo de abacate
  • Azeite
  • Manteiga
  • Óleo de coco

Nunca consumir:

  • Margarina
  • Gorduras trans artificiais

Frutos secos e sementes

Consumir à vontade:

  • Avelãs
  • Amêndoas
  • Sementes de chia e sementes de sésamo

Nunca consumir:

  • Frutos secos caramelizados
  • Amêndoas da Páscoa
  • Amendoins cobertos de chocolate

Derivados do leite

Consumir à vontade:

  • Queijo Azul
  • Queijo Fetta
  • Queijo Cheddar

Nunca consumir:

  • Leite
  • Gelado
  • Iogurtes adocicados

Ervas e especiarias

Consumir à vontade:

  • Sal
  • Pimenta
  • Orégãos

Nunca consumir:

  • Não há nenhuma erva ou especiaria que utilizada em pequenas quantidades possa ser prejudicial à dieta Cetogénica.

PLANO ALIMENTAR DE 7 DIAS (DIETA CETOGÉNICA)

Seja que dieta for, só iremos perder gordura se consumirmos menos calorias do que as que consumimos. Dito isto o seguinte passo é acertar o consumo de proteína à necessidade diária. Uma boa norma seria consumir cerca de 2 gramas de proteína por cada quilo de peso, então um homem de 100 kg necessitaria de 200 gr de proteína por dia que são 800 calorias, utilizando depois uma das diversas formulas que existem para calcular as necessidades calóricas diárias, subtrairíamos as 800 calorias da proteína que representam 25% do total.

Então no caso deste homem de 100 kg, o total de calorias diárias seriam 3200, das quais 70% seriam da gordura (cerca de 250 gr) e 5% dos hidratos de carbono (40-50 gr), sendo que 705 gordura, 25% proteína e 5% hidratos de carbono é considerado o ratio ideal de macronutrientes na dieta Cetogénica.

O plano alimentar de 7 dias de uma dieta Cetogénica poderia ser algo assim:

Segunda-feira

Pequeno-almoço: ovos mexidos com espinafres

Almoço: coxas de frango no forno com legumes (temperados com azeite e vinagre)

Lanche: um punhado de avelãs

Jantar: salmão no forno com legumes (temperados com azeite e vinagre)

Terça-feira

Pequeno-almoço: iogurte grego natural com sementes de chia

Almoço: salada de frango com queijo fetta

Lanche: um punhado de amendoins

Jantar: hambúrguer de vaca com legumes (temperados com azeite e vinagre)

Quarta-feira

Pequeno-almoço: ovos mexidos com espinafres

Almoço: gorjete recheada com legumes, mozarela e fiambre aos cubos

Lanche: um punhado de cajus

Jantar: coxas de frango no forno com legumes (temperados com azeite e vinagre)

Quinta-feira

Pequeno-almoço: iogurte grego natural com sementes de sésamo

Almoço: salada de atum com abacate e azeitonas verdes

Lanche: um punhado de amêndoas

Jantar: picanha grelhada com legumes (temperados com azeite e vinagre)

Sexta-feira

Pequeno-almoço: ovos mexidos com espinafres

Almoço: salmão no forno com legumes (temperados com azeite e vinagre)

Lanche: um punhado de avelãs

Jantar: salada de frango com queijo fetta

Sábado

Pequeno-almoço: iogurte grego natural com sementes de chia

Almoço: costeletas de porco assadas com salada

Lanche: um punhado de avelãs/amêndoas/amendoins

Jantar: cabrito no forno com legumes (temperados com azeite e vinagre)

Domingo

Pequeno-almoço: ovos mexidos com espinafres

Almoço: salmão grelhado com salada

Lanche: um punhado de avelãs/amêndoas/amendoins

Jantar: Pizza ou Sushi com uma sobremesa (a recompensa pelo esforço da semana)

COMO PERDER PESO AINDA A TEMPO DE IR PARA A PRAIA EM FORMA? O TEMPO DA IR À PRAIA APROXIMA-SE. APRENDE AS NOSSAS 4 MELHORES DICAS PARA PERDERES ALGUMA GORDURA ANTES DE IRES DE FÉRIAS

Como perder peso ainda a tempo de ir para a praia em forma?

Em alturas de casamentos e férias todos se lembram de perder algum peso para estarem na sua melhor forma, o problema é que perder peso muito rápido pode ser prejudicial para a saúde e para os músculos. Vamos ensinar-te algumas dicas para perder o máximo de peso no mínimo de tempo possível e de forma saudável.

FACTOS ACERCA DE DIETAS QUE PROMETEM PERCA DE PESO RÁPIDA E FÁCIL
É considerado sempre melhor perder peso a um ritmo lento e constante, pois quem perde peso lentamente tem maior probabilidade de não o recuperar, bem como de não ter qualquer problema de saúde relacionado ao emagrecimento.

Há bastantes dietas que prometem uma perca de peso fácil e rápida, seja com uma dieta mágica ou com um comprimido milagroso, mas na verdade apenas funcionam porque sujeitam a pessoa a um enorme défice calórico.

Elas prometem percas de 3 a 5 kg por semana, o que realmente pode acontecer na primeira semana apenas por perca de retenção de líquidos, na verdade o máximo de peso que se deveria perder por semana seria 10% (por exemplo 1 kg para uma pessoa que pese 100 kg), pois mais que isso implica perca de peso de massa magra e possibilidade de problemas de saúde, bem como uma maior probabilidade de recuperar todo o peso perdido aquando da volta à normalidade.

Como ficar na melhor forma possível em 2 semanas

COMO FICAR NA MELHOR FORMA POSSÍVEL EM 2 SEMANAS
A principal diferença entre perder peso e emagrecer é que peso inclui todo o tipo de tecidos corporais enquanto entendemos por emagrecer a perca exclusiva de gordura permitindo a manutenção da quase totalidade da massa muscular, o que resultará num corpo esteticamente mais agradável e ao mesmo tempo mais saudável.

Vamos ver as dicas dos peritos da Biotech USA:

Plano Alimentar: rígido mas racional! A nível de dieta devemos lembra-nos que o mais importante para começar é a proteína (1.5 gr a 2 gr por kg de peso corporal magro), e o consumo de água ( 2 a 3 litros de água por dia como mínimo); de seguida eliminar da dieta os açúcares e as gorduras trans, o que por si só já ajuda bastante na redução de gordura; o passo seguinte é fazer uma redução significativa de hidratos de carbono para perdermos o máximo de gordura no tempo proposto de 2 semanas, podendo mesmo chegar a um 10% de hidratos na dieta.

Exercício: mínimo 30 minutos por dia! O exercício físico é uma parte fundamental do processo de emagrecimento, essencialmente o treino com pesos pois permite aumentar o metabolismo, queimar calorias e ajudar a manter a massa muscular enquanto se perde gordura. O exercício cardiovascular servirá como forma de gastar mais calorias, aprofundando assim o défice calórico e minimizando a necessidade de comer tão pouco para perder a gordura desejada. De forma a conseguirmos o objectivo é necessário no mínimo 30 minutos de exercício diários, e melhor ainda seria realizar 30 minutos de treino com pesos seguido de 30 minutos de exercício cardiovascular.

Vitaminas; completa a tua dieta!

Vitaminas; completa a tua dieta! Um metabolismo mais rápido queima calorias mais rapidamente que um mais lento, tornando menos provável que uma pessoa engorde. O metabolismo diminui naturalmente à medida que envelhece, mas algumas vitaminas e minerais podem ajudar a manter o metabolismo a funcionar de maneira eficaz ao longo dos anos. Embora os suplementos possam ajudar, os alimentos completos são sempre melhor fonte de vitaminas e minerais.

As melhores vitaminas e minerais para manter e aumentar as funções do corpo que nos interessam neste caso, incluindo metabolismo e apoio ao bom controlo do peso, são as vitaminas do complexo B, a vitamina D, o Cálcio, o Ferro e o Magnésio.

Suplementos: a chave para o sucesso! Se bem que não são mágicos como algumas empresas querem fazer parecer, são sim eficazes cada um na sua função para ajudar no todo do processo de emagrecimento. Então dos suplementos que podemos utilizar com certeza de funcionarem destacamos:

A Iso Whey Zero: uma proteína isolada sem açúcar nem gorduras que te irá facilitar e tornar mais saboroso o atingir da quantidade de proteína diária que necessitas tomar;
A L-Carnitine+Chrome: para ajudar o organismo a utilizar a gordura como energia durante o treino e como tal queimar mais da mesma;
BCAA+Glutamine Zero: para protecção muscular, tomando durante o treino e em défice calórico ajuda a evitar a perca de massa muscular;
HCA: extracto de Garcinia Cambogia para ajudar a evitar a acumulação de gordura no organismo;
Desert: um conjunto de ingredientes que evita a retenção de liquidos e dá um aspecto mais definido aos teus músculos.
Como viste neste artigo é possível perder gordura rápido e de forma saudável, basta seguires as nossas 4 dicas especiais e vais estar mais perto do teu corpo de sonho.

OS BENEFÍCIOS DE UMA DIETA SEM GLÚTEN

A DIETA SEM GLÚTEN ESTÁ MUITO NA MODA NESTES DIAS. FICA A SABER OS PRÓS E CONTRAS DE EXCLUIR O GLÚTEN DA TUA ALIMENTAÇÃO.

Os benefícios de uma dieta sem glúten

Uma dieta sem glúten é principalmente necessária para quem tem intolerância ao glúten e não consegue digerir essa proteína, podendo ficar com diarreia, dor e inchaço abdominal quando o consome, como é o caso de quem tem doença Celíaca ou sensibilidade ao glúten.

A dieta sem glúten, algumas vezes, é utilizada para emagrecer pois são eliminados da alimentação vários alimentos, como pão, bolachas ou bolos, dado que possuem glúten e assim por consequência o valor calórico ingerido é diminuído, facilitando a perda de peso numa dieta de emagrecimento.

No caso de um doente celíaco a eliminação do glúten envolve a leitura detalhada de todos os rótulos de alimentos e até componentes de remédios ou batons. Pois a ingestão, mesmo que pequena, de vestígios de glúten nesses produtos pode desencadear um processo infamatório grave.

A DOENÇA CELÍACA

O glúten é um tipo de proteína que pode ser encontrado nos cereais como o trigo, centeio ou cevada. Quando é colocado em água, o glúten é o que dá a consistência flexível e semelhante a cola, característica da massa criada com farinha de trigo.

A ingestão de alimentos com esses cereais prejudica quem tem intolerância ao glúten, como os doentes celíacos, pois eles não conseguem digerir bem essa proteína e, por isso, quando consomem alimentos com glúten sofrem alguns sintomas.

A doença celíaca é uma doença auto-imune causada pela intolerância ao glúten. As pessoas portadoras desta doença não podem ingerir alimentos que contêm glúten, pois este agride e danifica as vilosidades do intestino, prejudicando a absorção dos alimentos.

A doença celíaca pode manifestar-se em qualquer idade, sendo que na criança pode se manifestar logo após o início da introdução de cereais com glúten na sua alimentação.

Em algumas pessoas, a doença celíaca pode ser assintomática, mas noutros casos o portador pode apresentar alguns sintomas como diarreia, vómitos, perca de peso, anemia, queda de cabelo, alteração na pele e nas unhas, flatulência, distensão e dor abdominal, entre outros.

O que precisas saber sobre a dieta sem glúten

O QUE PRECISAS SABER SOBRE A DIETA SEM GLÚTEN

O objectivo da dieta sem glúten é eliminar completamente o glúten da nossa alimentação, o que pode de facto ser um grande desafio, especialmente considerando que alimentos com glúten (tal como o trigo) são adicionados a vários alimentos diferentes e muitos desses alimentos fazem parte da nossa tradição alimentar, tal como o pão e os cereais de pequeno-almoço.

Então, a dieta livre de glúten é bastante desafiadora e será necessário ler os rótulos de todos os produtos antes de consumir os alimentos, sendo obrigatoriamente necessário fazer mudanças significativas na alimentação do dia-a-dia.

Algumas pesquisas médicas indicam que uma dieta isenta de glúten pode ser eficaz alguns casos de esquizofrenia, autismo e um tipo de ataxia cerebelar chamada ataxia de glúten.

Se por acaso uma pessoa achar que tem uma doença grave como a doença celíaca, é necessário consultar o seu médico antes de eliminar o glúten da dieta, pois pode não ser possível diagnosticar a doença se já se interrompeu o consumo desse mesmo nutriente.

QUE ALIMENTOS CONTÊM GLÚTEN?

Alimentos que contêm glúten:

  • Trigo
  • Gérmen de trigo
  • Centeio
  • Cevada
  • Triguilho
  • Cuscuz
  • Sêmola
  • Espelta
  • Triticale

Alimentos que normalmente contêm glúten:

  • Malte
  • Sopas industrializadas
  • Batata frita (geralmente colocam farinha ao redor antes de congelar)
  • Alguns queijos processados
  • Maionese
  • Ketchup
  • Molho de soja
  • Salsichas
  • Temperos em pó industrializados
  • Cereais
  • Cachorro quente
  • Sorvetes
  • Barrinhas de cereais/proteínas
  • Mix de nozes comercial
  • Xaropes
  • Vodka
  • Hamburguers vegetarianos
  • Cerveja
  • Aveia (caso não for certificada como sem glúten)

Outras possíveis fontes de glúten:

  • Champô
  • Cosméticos
  • Báton
  • Remédios
  • Vitaminas e suplementos
  • Avena sativa
  • Dextrina
  • Extrato de grãos fermentado
  • Hordeum distichon
  • Hordeum vulgare
  • Extrato de malte hidrolisado
  • Proteína vegetal hidrolisada
  • Maltodextrina
  • Extrato de Phytosphingosine
  • Triticum aestivum
  • Triticum vulgare
  • Tocopherol / vitamina E
  • O extrato de levedura
  • Aditivos de Sabores Naturais
  • Xarope de arroz integral
  • Amido modificado
  • Proteína vegetal hidrolisada (HVP)
  • Proteína de soja hidrolisada
  • Corante de caramelo (frequentemente feito de cevada)

ALTERNATIVAS SEM GLÚTEN

Acima indicámos os alimentos que contêm ou podem conter glúten. Em seguida apresentamos as melhores alternativas para substituir alguns deles:

– Arroz

Existem diversos tipos de arroz, o que o torna uma das principais opções para uma dieta sem glúten. Além da utilização normal como grão cozido, pode ser utilizada a farinha de arroz integral ou refinada, ou ainda o creme de arroz (em pó) que tem a textura ainda mais fina do que a farinha refinada. Esses derivados podem ser utilizadas no preparo de pães, bolos, mingaus, pudins, biscoitos e outras sobremesas. Também podem ser usados para untar a forma das receitas;

– Milho

O milho é rico em vitamina E e carotenóides que protegem a saúde dos olhos. A farinha de milho amarelo é indicada para bolos, cuscuz, farofas, pães e broas. Já a farinha de milho branca, com sabor e textura mais suave, pode ser usada para tortas e sobremesas. O amido de milho é comum em pratos que precisam ter a textura engrossada, como mingaus, cremes e sopas;

– Mandioca

Outra fonte importante de hidratos de carbono, a mandioca contém boas quantidades de magnésio, fósforo, potássio e cálcio, colaborando para a formação de ossos e dentes. Pode ser consumida cozida ou assada. A farinha de mandioca é encontrada fina e em flocos e pode ser usada em bolos, bolinhos e farofas. O polvilho azedo é indicado para pães de queijo e biscoitos. O polvilho doce é usado de forma semelhante ao amido de milho, como espessante de mingaus e molhos. É também da mandioca que é produzida a goma para tapioca, uma excelente opção para substituir pães e pizzas;

– Batata

A batata possui uma alta concentração de vitamina B6, necessária para a produção de serotonina, cuja diminuição deixa o organismo sujeito a depressão, ansiedade e compulsão alimentar. Tal como a mandioca, a batata é extremamente versátil, podendo ser utilizada cozida, assada, recheada, em puré ou como base para tortas e massas. A fécula de batata é indicada para pão, panquecas, bolo, tortas, salgadinhos, biscoito ou para engrossar sopas, molhos e mingaus.

Os riscos e benefícios de uma dieta sem glúten

OS RISCOS E BENEFÍCIOS DE UMA DIETA SEM GLÚTEN

As dietas isentas de glúten destinam-se essencialmente às pessoas diagnosticadas com Doença Celíaca (doença auto-imune do intestino causada pela permanente sensibilidade ao glúten). No entanto o diagnóstico desta doença não é fácil uma vez que para além das manifestações habituais como diarreia, vómitos, dor abdominal, obstipação e falta de apetite, nos últimos anos têm-se verificado muitas outras manifestações da doença. Desta forma, a isenção total ou parcial do glúten na dieta pode melhorar os sintomas das pessoas que manifestam estes mesmos sintomas e que não estão diagnosticadas com a doença celíaca, mas sim diagnosticadas com hipersensibilidade não-celíaca ao glúten, com Síndrome do Cólon Irritável ou em qualquer outra doença que envolva a mucosa intestinal.

Nestes casos fazer uma dieta isenta de glúten pode ser um desafio, mas existem várias alternativas tais como a quinoa, o arroz, a tapioca, milho, batatas, grão-de-bico, farinha de coco, farinha de amêndoas, entre outros. No que diz respeito à aveia existem algumas controvérsias.

Alguns estudos indicam que a aveia possui glúten, ainda que em menor grau, mas outros afirmam o contrário sugerindo que a sua ingestão é segura. Contudo, a aveia é frequentemente plantada nos mesmos terrenos e processada nas mesmas máquinas que outros cereais como o trigo ou o centeio, podendo ocorrer contaminação cruzada pelo que, em Portugal, a aveia é considerada como um alimento que contém glúten.

No entanto, atualmente os consumidores associam a alegação “sem glúten” à prática de uma alimentação saudável. Com isto, observa-se um aumento nas vendas deste tipo de produtos nas grandes cadeias de distribuição alimentar tornando, inevitavelmente, as dietas sem glúten numa “moda” nos dias de hoje. Para os consumidores que optam por uma dieta com restrição de glúten sem razão médica é necessário ter em atenção que:

Esta restrição aumenta o risco de deficiências nutricionais (como vitaminas, minerais e fibra que se encontram nos grãos integrais)

“Sem glúten” não significa que seja mais saudável uma vez que muitos desses produtos são ricos em gordura saturada, colesterol, sódio ou têm adição de açúcar.

A maioria das alternativas ao glúten é mais cara não sendo acessíveis a todas as pessoas.

Esta dieta pode ter um impacto social e psicológico negativo pois será necessário dispensar mais tempo, dinheiro e energia a preparar os alimentos e as refeições.

Podemos então concluir que uma dieta isenta de glúten é interessante para aqueles que possuem algum tipo de manifestações de desconforto gastrointestinal e que necessitam de fazer esta mudança na alimentação de forma terapêutica. Caso contrário poderá trazer diversas desvantagens e malefícios para a saúde. Desta forma, caso apresente sintomas associados ao consumo de alimentos com glúten deve procurar um especialista como o seu médico de família ou nutricionista.

Suplementos Biotech sem glúten

SUPLEMENTOS BIOTECH SEM GLÚTEN

Nós na Biotech USA estamos sempre atentos às crescentes necessidades dos nossos clientes e, como tal, formulámos uma série de produtos isentos de glúten para ajudar a complementar ou facilitar a dieta para alguém intolerante ao glúten.

De entre esses produtos destacamos:

– Iso Whey

– Zero Bar

– Bcaa + Glutamine Zero

– Panquecas Protein Gusto

– Eaa Zero

Plano alimentar apenas com alimentos sem glúten

PLANO ALIMENTAR APENAS COM ALIMENTOS SEM GLÚTEN

Segunda

  • Pequeno-almoço: pudim de chia com iogurte grego, extrato de baunilha e fruta fatiada à escolha.
  • Almoço: frango, sopa de vegetais e lentilhas.
  • Jantar: tacos de bife em tortilhas de milho.

Terça

  • Pequeno-almoço: omelete com vegetais.
  • Almoço: salada de quinoa com tomates, pepinos, espinafres e abacate.
  • Jantar: Salada de camarão com alface e tomate cherry.

Quarta

  • Pequeno-almoço: aveia sem glúten misturada com Iso Whey Zero e amoras.
  • Almoço: salada de atum e ovos cozidos.
  • Jantar: peito de frango e arroz com brócolos.

Quinta

  • Pequeno-almoço: tostas sem glúten com ovo e abacate.
  • Almoço: restos do jantar do dia.
  • Jantar: camarão frito em alho e manteiga, salada verde.

Sexta

  • Pequeno-almoço: batido de futas à escolha com Iso Whey Zero e iogurte grego.
  • Almoço: wrap sem glúten com frango e vegetais.
  • Jantar: salmão no forno com batatas e salada verdes.

Sábado

  • Pequeno-almoço: fritada de cogumelos e zucchini.
  • Almoço: restos do jantar do dia anterior.
  • Jantar: salada de quinoa e frango com amêndoas.

Domingo

  • Pequeno-almoço: 2 ovos escalfados e uma fatia de pão sem glúten.
  • Almoço: salada de frango com azeite e vinagre.
  • Jantar: Borrego no forno com vegetais.

E pronto, vimos então que pessoas intolerantes ao glúten, aquando do consumo de alimentos com glúten, podem sofrer de sintomas como diarreia, vómitos, perca de peso, anemia, queda de cabelo, alteração na pele e nas unhas, flatulência, distensão e dor abdominal, entre outros.

O principal benefício de uma dieta isenta de glúten é exactamente o não surgimento desses sintomas incomodativos.

O PAPEL DA PROTEÍNA QUANDO SE QUER PERDER PESO E TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

AS DIETAS COM TEOR ELEVADO DE PROTEÍNA TORNARAM-SE TÃO CONHECIDAS QUE QUASE QUE SE PODE COMEÇAR A SONHAR EM NOS TORNARMOS MODELOS DE FITNESS ADOTANDO UMA DIETA ESSENCIALMENTE DE PROTEÍNAS. NO ENTANTO, NÃO É TÃO SIMPLES QUANTO ISTO…

Proteína com proteína – será mesmo o segredo para uma perda de peso bem-sucedida? Hoje em dia, em todo o lado se pode comprar proteína de alguma forma, seja um batido ou uma barra, numa loja da esquina ou num grande supermercado. As dietas com teor elevado de proteína tornaram-se tão conhecidas que quase que se pode começar a sonhar em nos tornarmos modelos de fitness adotando uma dieta essencialmente de proteínas. No entanto, não é tão simples quanto isto…

As proteínas devem ocupar o lugar certo na nossa dieta
Vamos começar pelo princípio. A proteína é um macronutriente, um dos três principais tipos: proteínas, hidratos de carbono e gordura. Uma dieta normal e saudável é composta por esses três nutrientes (o que é muito importante!). Todos têm a sua função e lugar devido e é também muito importante saber as proporções certas e fontes saudáveis! Um nutriente não pode repor por completo o outro. Em certas dietas o consumo de gordura ou proteína é mais importante, no entanto, uma pessoa mediana deve tentar adotar uma dieta com as seguintes proporções calóricas: Hidratos de carbono 50-60%, e o resto deve ser dividido proporcionalmente entre proteína e gordura. Um grama de gordura contém duas vezes mais calorias do que os outros dois nutrientes, por isso deve-se ter alguma moderação.

Está a ver que o nosso consumo diário de proteínas deve equivaler apenas a 20-30% do valor total de calorias. Outro princípio é considerar qual o objetivo a ter – a quantidade ideal proteína deve ser de 1-2 g / kg de peso corporal, por isso se tem, por exemplo, 70 kg, deve consumir 140 g proteína por dia.

Agora que já sabe as quantidades, vamos examinar quais as melhores fontes proteicas e que outro tipo de refeições deve consumir com proteína. O melhor é optar por fontes proteicas magras, tais como carne de aves, peixe do mar, clara do ovo, queijo fresco, ricota, queijo magro, soja e batidos de proteína. Como acompanhamento, pode optar por arroz integral, vermelho ou basmati, triguilho, trigo-sarraceno, milho-painço ou uma batata-doce de tamanho médio. Por outro lado, os brócolos, cogumelos, espargos, espinafre e todos os vegetais crus e saladas são também uma excelente escolha. Pode ingerir gordura, além dos óleos e carne gorda, também na forma de sementes oleaginosas. Não poderia ser mais fácil!

O que vai acontecer se eu consumir proteína a mais? Será que vou engordar?
As coisas não são assim tão lineares. Se consumir proteína a mais não irá necessariamente engordar ou se exceder uma certa quantidade não irá logo transformar-se em gordura ou hidratos de carbono (?!?). Pode parecer um pouco estranho, mas este tipo de informação circula na internet.

Em primeiro lugar, de certeza que não irá começar a reter líquidos e engordar imediatamente após exceder o valor normal de proteína. Sim, é verdade que se consumir bem mais do que o indicado (talvez o dobro), irá sobrecarregar o seu corpo e o sistema digestivo. O seu corpo processa e decompõe cerca de 30-50 g de proteína por refeição e, por conseguinte, irá sentir-se cansado, irritável, inchado, poderá sofrer de prisão de ventre ou acidificação e o excesso irá ser excretado, o que também faz com que desperdice dinheiro.

A fim de perder peso, deve combinar suplementos de proteína com o quê?
Uma vez que tenha adotado a dieta certa, pode começar a tomar suplementos dietéticos (para complementar e não substituir a dieta correta!). Antes de treinar tome queimadores de gordura e produtos vitalizadores que ajudam a retardar o cansaço e assim ter mais energia física e mental. Depois ou durante o treino tome aminoácidos, glutamina, BCAAs e depois quando acabar tome um batido rápido ou com uma mistura de proteínas, dependendo do que irá comer depois. Caso não tenha certeza sobre o que escolher, visite a nossas loja onde os nossos colaboradores lhe irão dar mais informação e ajuda sobre os produtos.

Se ouviu falar sobre alguma solução drástica e milagrosa para perder peso, deve questionar se será verdade. Embora seja extremamente difícil encontrar o equilíbrio certo, o facto é que não se pode fazer progresso sem isso – e proteína ou “comprimidos” a mais também não irão ajudar.

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