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Viver a Menopausa com Equilíbrio e Vitalidade: como cuidar do corpo e da mente nesta fase da vida

A menopausa é um daqueles momentos de viragem que todas as mulheres sabem que vai chegar, mas poucas se sentem verdadeiramente preparadas para enfrentar. A verdade é que esta fase, que marca o fim do ciclo reprodutivo, pode ser vivida de forma plena, equilibrada e com muita vitalidade — desde que saibas cuidar do teu corpo e da tua mente de forma consciente.

Neste artigo, vamos explorar o que realmente acontece no organismo durante a menopausa, quais os desafios físicos e emocionais mais comuns, e, sobretudo, como transformar este período num novo capítulo de autoconhecimento, bem-estar e energia.

O que é afinal a menopausa?

A menopausa é o momento em que a mulher deixa de menstruar de forma definitiva. Este processo ocorre, em média, entre os 45 e 55 anos, e é oficialmente confirmado após 12 meses consecutivos sem menstruação.

Mas a menopausa não acontece de um dia para o outro — ela é parte de um percurso natural chamado climatério, que inclui três fases:

  • Perimenopausa: é a transição, quando começam as irregularidades menstruais e sintomas como ondas de calor e alterações de humor. Pode durar de 4 a 10 anos.

  • Menopausa: o último período menstrual.

  • Pós-menopausa: o período que segue a última menstruação, quando os sintomas tendem a estabilizar, mas os cuidados com a saúde devem continuar.

Durante este processo, os ovários reduzem a produção de estrogénio e progesterona, duas hormonas fundamentais para o equilíbrio feminino — e é essa flutuação hormonal que desencadeia a maioria das mudanças físicas e emocionais.

Porque é que a menopausa muda tanto o corpo (e a cabeça)?

As hormonas sexuais não influenciam apenas a fertilidade — elas estão envolvidas em praticamente todos os sistemas do corpo: do metabolismo ao humor, da pele à memória.

Quando os níveis de estrogénio descem, o corpo reage de várias formas:

  • Ondas de calor e suores noturnos: causados por alterações no centro de regulação da temperatura corporal, no cérebro.

  • Alterações de humor e ansiedade: o estrogénio tem um papel importante na produção de serotonina e dopamina, neurotransmissores ligados ao bem-estar.

  • Aumento de peso: o metabolismo torna-se mais lento e há tendência para acumular gordura abdominal.

  • Secura vaginal e menor libido: por redução da lubrificação e da vascularização.

  • Alterações no sono: dificuldades para adormecer ou insónias frequentes.

  • Pele e cabelo mais secos e finos: resultado direto da menor produção de colagénio e sebo.

Ou seja, a menopausa é uma autêntica reestruturação do corpo feminino. Mas — e aqui está a boa notícia — tudo isto pode ser gerido e equilibrado com os cuidados certos.

Viver a Menopausa

O poder da aceitação: mudar a narrativa sobre a menopausa

Durante muito tempo, a menopausa foi vista como o “fim” da juventude ou da feminilidade. Mas essa visão está a mudar, e com razão. Hoje sabemos que a menopausa é apenas uma nova fase — não uma perda, mas uma transição.

A psicóloga e escritora Christiane Northrup, autora de The Wisdom of Menopause, defende que este é um período de grande poder pessoal. As mulheres aprendem a ouvir o corpo, redefinem prioridades e muitas vezes encontram uma nova liberdade — emocional e física.

Aceitar as mudanças, em vez de lutar contra elas, é o primeiro passo para viver a menopausa com equilíbrio.

Cuidar do corpo: alimentação, movimento e sono

O corpo muda — e, por isso mesmo, os cuidados também precisam de mudar. Aqui ficam os pilares fundamentais para manter a vitalidade.

1. Alimentação que nutre e equilibra

O que comemos tem um impacto direto nos sintomas da menopausa. Uma alimentação equilibrada pode ajudar a reduzir ondas de calor, manter o peso estável e proteger o coração e os ossos.

Dicas práticas:

  • Aumenta o consumo de frutas e vegetais coloridos: ricos em antioxidantes e fitoestrogénios naturais (como o tofu, soja, linhaça e leguminosas).

  • Prioriza proteínas magras (peixe, frango, ovos, leguminosas) para manter massa muscular.

  • Inclui gorduras boas: azeite virgem extra, abacate, frutos secos e sementes ajudam a equilibrar hormonas e a reduzir inflamações.

  • Evita açúcares e álcool em excesso, que agravam as oscilações de humor e interferem com o sono.

  • Hidrata-te bem: a desidratação pode piorar os suores noturnos e a fadiga.

Estudo: Pesquisas publicadas no Journal of Nutrition mostram que dietas ricas em fitoestrogénios podem reduzir a frequência e intensidade das ondas de calor em até 40%.

2. Movimento: o exercício como terapia

O exercício físico é um dos aliados mais poderosos da mulher nesta fase. Além de ajudar no controlo do peso, melhora o humor, protege os ossos e promove um sono mais profundo.

Escolhe o que te faz bem:

  • Caminhadas e corrida leve: excelentes para o coração e o metabolismo.

  • Treino de força (musculação ou pilates com resistência): ajuda a prevenir a osteoporose e mantém a massa muscular.

  • Ioga e alongamentos: reduzem o stress e melhoram a flexibilidade.

  • Dança, natação, ciclismo — o importante é manter o corpo em movimento e divertir-se.

Dica Shaker: 150 minutos semanais de atividade moderada já fazem uma diferença enorme na energia e no bem-estar.

3. Sono reparador: um luxo essencial

O sono é um dos primeiros aspetos a ser afetado pela menopausa, mas também um dos mais importantes para o equilíbrio hormonal.

Boas práticas para dormir melhor:

  • Mantém horários regulares.

  • Cria um ambiente fresco e escuro (especialmente se sofres com suores noturnos).

  • Evita ecrãs antes de dormir — a luz azul interfere com a melatonina.

  • Experimenta técnicas de relaxamento, como respiração profunda ou meditação guiada.

Cuidar da mente: o equilíbrio emocional e a autoconfiança

A menopausa é também uma montanha-russa emocional. Oscilações hormonais, stress e a sensação de “mudança de identidade” podem abalar a autoestima. Mas há formas eficazes de cuidar da mente e reencontrar o equilíbrio.

1. Cultiva a autocompaixão

Muitas mulheres sentem culpa ou frustração por não se sentirem “como antes”. Mas este é um momento para acolher as tuas emoções com gentileza, sem julgamentos.
Praticar a autocompaixão ajuda a reduzir o stress e a aumentar a resiliência emocional.

2. Meditação e mindfulness

A prática regular de mindfulness tem mostrado benefícios comprovados em mulheres na menopausa. Segundo um estudo da North American Menopause Society, a meditação reduz a intensidade das ondas de calor e melhora o humor.
Mesmo 10 minutos por dia podem fazer diferença.

3. Terapia e partilha

Conversar com um terapeuta ou com outras mulheres que passam pelo mesmo pode ser libertador. Grupos de apoio ou comunidades online são espaços de empatia e inspiração.

A saúde sexual e o prazer também importam

A sexualidade não acaba com a menopausa — apenas se transforma. A diminuição do estrogénio pode causar secura vaginal, dor ou menor desejo, mas tudo isso pode ser tratado.

Soluções eficazes:

  • Lubrificantes e hidratantes vaginais (preferencialmente à base de água e sem perfumes).

  • Terapia hormonal local (com estrogénio em creme ou anel vaginal, sob prescrição médica).

  • Explorar novas formas de intimidade: mais foco na conexão, no toque e no tempo partilhado.

A sexualidade madura pode ser mais autêntica e livre — sem pressões, com mais consciência do corpo e do prazer.

Terapias complementares e medicina integrativa

Muitas mulheres procuram alternativas naturais ou complementares para aliviar sintomas da menopausa. Algumas delas têm base científica sólida:

  • Isoflavonas de soja: fitoestrogénios que ajudam a equilibrar hormonas.

  • Trévo-vermelho e linhaça: também ricos em compostos estrogénicos naturais.

  • Magnésio e vitamina B6: úteis para reduzir irritabilidade e fadiga.

  • Vitamina D e cálcio: essenciais para a saúde óssea.

  • Acupuntura: estudos indicam redução de ondas de calor e melhoria do humor.

Nota importante: mesmo os suplementos naturais devem ser usados com orientação médica, especialmente se fazes algum tratamento.

Viver a Menopausa

Equilíbrio emocional e propósito: o renascer após os 50

A menopausa também é um convite para redefinir prioridades. É comum que, após décadas dedicadas à família ou ao trabalho, as mulheres sintam vontade de se reconectar consigo mesmas — descobrir novos interesses, cuidar do próprio tempo, iniciar projetos adiados.

Este é o momento de reavaliar o que te faz sentir viva: pode ser aprender algo novo, viajar, praticar arte, fazer voluntariado ou simplesmente desacelerar e saborear a vida.

A escritora Clarissa Pinkola Estés, no livro Mulheres que Correm com os Lobos, descreve esta fase como o “regresso à sabedoria instintiva”. A menopausa pode ser, portanto, o início de uma nova liberdade interior.

Checklist: hábitos que promovem vitalidade na menopausa

  • 🍎 Alimentação rica em plantas e gorduras boas
  • 💧 Hidratação diária adequada
  • 🏋️‍♀️ Exercício físico regular (força + cardio + flexibilidade)
  • 💤 Rotina de sono consistente
  • 🧘‍♀️ Prática de mindfulness ou meditação
  • 💬 Partilha e apoio emocional
  • 💕 Cuidado com a vida sexual
  • 🩺 Acompanhamento médico regular
  • 🎨 Tempo para ti e para o que te inspira
  • 🌞 Exposição solar diária (vitamina D e bom humor!)

Conclusão: menopausa não é o fim, é um novo começo

Viver a menopausa com equilíbrio e vitalidade é, antes de mais nada, uma questão de consciência e autocuidado. O corpo muda, sim — mas também amadurece, ganha sabedoria e pede uma nova forma de atenção.

Com as escolhas certas, é possível atravessar esta fase com energia, serenidade e prazer de viver.
A menopausa pode ser o momento mais autêntico da vida de uma mulher — quando ela finalmente se liberta das expectativas alheias e se reencontra consigo mesma.

Então, respira fundo, aceita as transformações e lembra-te: esta é a tua nova estação — uma fase para florescer, com equilíbrio e vitalidade. 🌸

Viver a Menopausa

Receita Saudável de Infusão de Maca

A maca, uma raiz originária dos Andes, é conhecida pelos seus benefícios energéticos, hormonais e adaptogénicos. Transformá-la numa infusão é uma forma deliciosa e reconfortante de aproveitar os seus nutrientes e dar um boost natural ao teu dia.

Ingredientes

  • 1 colher de chá de pó de maca orgânica (disponível em lojas de produtos naturais ou na Shaker Online)
  • 250 ml de água quente (não fervente, cerca de 80-90°C)
  • 1 colher de chá de mel ou xarope de agave (opcional)
  • Uma pitada de canela em pó (opcional, para sabor extra)
  • 1 rodela de gengibre fresco ou uma pitada de gengibre em pó (opcional, para um toque revitalizante)

Infusão de Maca

Modo de Preparação

  1. Aquecer a Água: Ferver a água e deixar arrefecer ligeiramente para não queimar o pó de maca, preservando os seus nutrientes.
  2. Misturar a Maca: Colocar uma colher de chá de pó de maca numa chávena. Adicionar um pouco da água quente e misturar bem até formar uma pasta sem grumos.
  3. Completar a Infusão: Adicionar o restante da água quente, mexendo suavemente para misturar bem.
  4. Personalizar o Sabor: Acrescentar mel, xarope de agave ou adoçante natural a gosto. Para um toque mais especial, polvilhar com canela ou adicionar gengibre.
  5. Servir: Deixar a infusão repousar por 1-2 minutos e desfrutar dela ainda quente.

Infusão de Maca

  • Benefícios da Infusão de Maca

    • Energia e Vitalidade: A maca é conhecida por aumentar a energia de forma natural sem causar picos de nervosismo.
    • Equilíbrio Hormonal: Ajuda a regular o sistema endócrino, sendo particularmente útil para mulheres e homens em fases de mudança hormonal.
    • Redução do Stress: Atua como um adaptogénico, ajudando o corpo a adaptar-se melhor ao stress físico e emocional.
    • Saúde Mental: Contribui para a clareza mental e bem-estar geral.

    Dicas Extras

    • Experimenta substituir a água por leite vegetal (amêndoa, coco ou aveia) para uma versão mais cremosa e ainda mais nutritiva.
    • Combina com outros superalimentos, como cacau em pó ou espirulina, para criares a tua própria versão energizante.

    Desfruta da tua infusão de maca como um momento de autocuidado e saúde, especialmente reconfortante nos dias mais frios! 


Infusão de Maca

Triptofano: O que é e quais os seus benefícios?

O triptofano é um aminoácido essencial, fundamental para o funcionamento do corpo e do cérebro. Por ser “essencial”, significa que o corpo não o consegue produzir sozinho, sendo necessário obtê-lo através da alimentação ou da suplementação.

Este aminoácido desempenha um papel crucial na produção de importantes moléculas no organismo, como a serotonina (neurotransmissor do bem-estar) e a melatonina (hormona do sono), sendo associado ao humor, qualidade de sono e ao relaxamento.


Benefícios do Triptofano

Funções Principais do Triptofano

  1. Produção de Serotonina: O triptofano é convertido em serotonina, responsável por regular o humor, o apetite e o bem-estar. Níveis adequados de serotonina ajudam a combater a ansiedade e a depressão.
  2. Produção de Melatonina: A serotonina é convertida em melatonina, a hormona que regula o sono. O triptofano, por isso, desempenha um papel indireto na promoção de noites tranquilas e na regulação do ciclo circadiano.
  3. Síntese de Proteínas: Como aminoácido, o triptofano também contribui para a formação de proteínas, essenciais para a saúde muscular e celular.
  4. Saúde Cognitiva: Auxilia no funcionamento cerebral, ajudando na memória, concentração e equilíbrio emocional.

Benefícios do Triptofano

  1. Melhoria do Humor e Combate à Depressão: Como precursor da serotonina, o triptofano pode ajudar a reduzir os sintomas de depressão e melhorar o bem-estar geral.
  2. Regulação do Sono: Ajuda na produção de melatonina, promovendo um sono mais profundo e reparador, sendo útil para pessoas com insónias ou distúrbios do sono.
  3. Redução da Ansiedade e do Stress: Aumentar os níveis de serotonina no cérebro pode ajudar a reduzir sentimentos de ansiedade e a melhorar a resiliência ao stress.
  4. Controlo do Apetite: A serotonina influencia a sensação de saciedade, o que pode ser útil para quem busca controlar o peso.
  5. Saúde Cognitiva e Concentração: Níveis equilibrados de triptofano contribuem para a função cognitiva e podem melhorar o foco e a clareza mental.

Benefícios do Triptofano

Fontes Naturais de Triptofano

É possível obter triptofano através de alimentos ricos em proteínas, como:

  • Carne magra: Peru, frango e carne de porco.
  • Peixes: Salmão, sardinha e atum.
  • Ovos: Especialmente a gema.
  • Laticínios: Leite, iogurte e queijo.
  • Leguminosas: Lentilhas, grão-de-bico e feijão.
  • Oleaginosas: Amêndoas, nozes e castanha-de-caju.
  • Sementes: Sementes de abóbora e girassol.
  • Cereais integrais: Aveia e arroz integral.
  • Chocolate amargo: Contém triptofano e outros compostos que promovem o bem-estar.

Suplementação com Triptofano

A suplementação com triptofano é uma opção para quem não consegue obter a quantidade necessária através da dieta ou para quem deseja reforçar os seus efeitos. É particularmente útil em casos de:

  • Insónias ou distúrbios do sono.
  • Ansiedade ou depressão leve.
  • Fadiga crónica.
  • Desequilíbrio emocional ou stress elevado.

Dosagem Recomendada:

  • Geralmente, os suplementos de triptofano são seguros em doses entre 250 mg a 500 mg por dia, mas a dosagem pode variar conforme a necessidade individual.
  • Recomendamos que consulte um profissional de saúde antes de iniciar a suplementação.

Conclusão

O triptofano é um nutriente essencial para o equilíbrio do corpo e da mente.
A sua influência na produção de serotonina e melatonina torna-o vital para a regulação do humor, do sono e do bem-estar geral. Seja através de alimentos ricos ou através de suplementação, o triptofano pode ser uma grande ajuda para quem deseja mais equilíbrio e maior qualidade de vida. 


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Estar na Menopausa pode ser demais

Durante a menopausa, o corpo passa por uma série de mudanças hormonais que podem resultar em sintomas desconfortáveis como ondas de calor, suores noturnos, alterações de humor, insónias, secura vaginal e perda óssea.
Embora a terapia de reposição hormonal seja uma opção para algumas mulheres, outras podem preferir abordagens alternativas, como suplementos naturais.
Por isso, apresentamos a seguir alguns suplementos que podem ser úteis para aliviar os sintomas da menopausa.


Estar na Menopausa

Isoflavonas de Soja

As isoflavonas são compostos vegetais que podem atuar como estrogénios leves no organismo. Há estudos que sugerem que a suplementação com isoflavonas de soja pode ajudar a reduzir os sintomas da menopausa, como as ondas de calor e os suores noturnos.

Óleo de Prímula

O óleo de prímula é rico em ácido gama-linolénico (GLA), um tipo de ácido gordo Ómega-6 com propriedades anti-inflamatórias. Algumas pesquisas indicam que o óleo de prímula pode ajudar a aliviar os sintomas da menopausa, como a secura vaginal e a irritabilidade.

Black Cohosh

Black cohosh (também conhecida por Cimicifuga racemosa) é uma erva tradicionalmente usada para aliviar os sintomas da menopausa. Estudos sugerem que pode ajudar a reduzir ondas de calor e os sintomas relacionados com a menopausa, embora os resultados sejam mistos.

Cálcio e Vitamina D

A menopausa está associada a uma diminuição da densidade óssea, aumentando o risco de osteoporose. Suplementos de cálcio e vitamina D podem ser úteis para manter a saúde óssea e reduzir o risco de fraturas.


Estar na Menopausa


Estar na Menopausa


Estar na Menopausa


Estar na Menopausa

Magnésio

O magnésio desempenha um papel importante na saúde óssea e muscular, e também pode ajudar a reduzir a irritabilidade e melhorar a qualidade do sono durante a menopausa.


Estar na Menopausa


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Vitamina E

A vitamina E é um antioxidante que pode ajudar a reduzir os sintomas da menopausa, como as ondas de calor e os suores noturnos.


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Experienciar cansaço ou fadiga é comum durante a menopausa e pode afetar o corpo e a mente. A instabilidade hormonal pode causar uma sensação de cansaço generalizado pois os níveis de estrogénio e de progesterona interagem com as glândulas suprarrenais e com a tiroide, associadas às hormonas “da energia”. Também pode estar relacionado com outro sintoma da menopausa como as insónias.
Se o cansaço persistir, é importante procurar um médico para descartar outras possíveis causas e obter tratamento adequado. Algumas condições médicas podem contribuir para o cansaço como anemia, problemas da tiroide, diabetes, apneia do sono, problemas cardíacos e deficiências nutricionais.

Minimizar o cansaço na menopausa

• Ter hábitos regulares de sono
• Praticar exercício físico
• Adotar uma alimentação equilibrada
• Fazer pausas ao longo do dia
• Considerar suplementação nutricional
• Relaxar

Apesar de todos os benefícios comprovados que os suplementos podem ter no alívio da menopausa, é importante lembrar que podem ter efeitos colaterais e interagir com medicamentos, por isso, é sempre recomendável consultar um profissional de saúde antes de iniciar qualquer novo regime de suplementação, durante a menopausa. Além disso, é importante adotar um estilo de vida saudável, incluindo adotar uma dieta equilibrada, fazer exercícios físicos regulares e implementar técnicas de gestão do stress, como parte integrante do tratamento para a menopausa.
A Menopausa representa o início de uma fase em que é obrigatório cuidares bem de ti!


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Cuidados a ter durante o inverno

O Inverno está cá em força e com ele permanecem as tosses e os espirros. Nunca é demais relembrar a importância que o sistema imunitário tem para a nossa saúde e bem-estar.
Composto por um conjunto de órgãos, células e substâncias que têm como função principal defender o organismo de agentes invasores estranhos que possam colocar em causa o seu correto funcionamento, o sistema imunitário deve ser cuidado ao longo de todo o ano.  No entanrto, durante o inverno, devemos ter um cuidado acrescido com a nossa saúde e a preocupação em mantê-la.

Como proceder

  • Adote hábitos de higiene adequados:  como por exemplo higienizar bem as mãos, espirrar e tossir para a região do cotovelo, limpar bem o calçado ao chegar a casa.
  • Praticar exercício físico
  • Evitar o stress
  • Dormir bem
  • Evitar o consumo de álcool e de tabaco
  • Hidratar, hidratar e hidratar: não esquecer que mais de metade do nosso corpo é composto por água.
  • Ter uma boa alimentação: as frutas e os legumes são as melhores fontes naturais de vitaminas e minerais. Por isso, não devem faltar na nossa dieta durante todo o ano, inclusivamente no inverno.

É sabido que ter uma alimentação equilibrada é fundamental para se conseguir um sistema imunitário fortalecido. 
No entanto, numa era em que o estilo de vida é cada vez mais agitado e os alimentos não têm a mesma riqueza de antigamente, recorrer aos suplementos é quase que inevitável. 

E aqui nós podemos ajudar (e muito)!

Cuidados durante o inverno

Quais os suplementos que não devem faltar na sua casa este Inverno? 

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Não esquecer as crianças… 

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Prevenção e Tratamento das Insónias

No nosso post “Ansiedade, Depressão, Insónia e Stress” falamos um pouco sobre insónias, as suas causas e consequências.
Hoje resolvemos debruçarmo-nos sobre o diagnóstico, tratamento e a prevenção deste doença que afeta tantos de nós.
A insónia é um distúrbio muito comum e que se pode manifestar pela dificuldade em adormecer ao inicio da noite, pela manutenção do sono durante a noite ou por existirem muitos despertares precoces. 

Diagnóstico

Para se diagnosticar a insónia é muito importante ter uma correta história clínica, o registo diário do sono, bem como informação complementar sobre o/a parceiro(a) para saber como ele(a) dorme.
Um exame objetivo e pedido de exames complementares de diagnóstico devem ser direcionados para a suspeita da causa secundária da insónia.

Depressão e Insónias

Tratamento

A terapia cognitivo-comportamental para a insónia, às vezes chamada CBT-I, é um tratamento eficaz para os problemas crónicos do sono e é recomendada como primeira linha de tratamento para a insónia.
A terapia comportamental cognitiva para a insónia é um programa estruturado em 5 semanas, que ajuda a identificar e substituir pensamentos e comportamentos que causam ou agravam problemas de sono por hábitos que promovem o sono profundo.

Como funciona a terapia cognitivo-comportamental para a insónia?

A componente cognitiva da CBT-I ensina a reconhecer e a mudar as crenças que afetam a capacidade de dormir. Esse tipo de terapia ajuda a controlar ou a eliminar pensamentos e preocupações negativas que inibem o sono. Ajuda a desenvolver bons hábitos de sono e evita comportamentos que impedem um sono de qualidade. Dependendo das necessidades de cada pessoa, o terapeuta do sono pode recomendar algumas destas técnicas de CBT-I:

  • Terapia de controle de estímulos.;
  • Terapia de restrição de sono.;
  • Higiene do sono.;
  • Controle do ambiente do sono.;
  • Técnicas de relaxamento.;
  • Técnicas de controle de pensamentos;
  • Permanecer passivamente acordado;
  • Biofeedback. 

A abordagem de tratamento mais eficaz pode combinar vários dos métodos acima descritos.

Os medicamentos naturais para dormir podem ser um tratamento eficaz a curto prazo e podem proporcionar alívio imediato durante um período de grande stress ou tristeza. 

Tratamento das insónias

Prevenção

  • É útil evitar substâncias que agravem as insónias como a cafeína, o tabaco e outros estimulantes. Os efeitos dessas substâncias podem durar até oito horas.
  • Alguns medicamentos para a gripe ou para as alergias podem afetar o ritmo e a qualidade do sono.
  • Ingerir bebidas alcoólicas antes de deitar facilita o início do sono, mas tende a torná-lo mais leve, com maior probabilidade da pessoa acordar durante a noite.
  • É igualmente útil adotar hábitos que facilitem o sono, como ler um livro, ouvir música ou tomar um relaxante banho quente.
  • O exercício físico deve ser realizado pelo menos cinco a seis horas antes da hora de deitar e devem ser evitadas refeições muito pesadas.
  • O quarto deve ter um ambiente confortável relativamente à temperatura, e iluminação e estar em silêncio.
  • Vale a pena tentar adotar um ritmo diário, como ir dormir e acordar à mesma hora todos os dias, incluindo aos fins-de-semana.

Tratamento das insónias


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Ansiedade, Depressão, Insónia e Stress

No seguimento do post anterior, resolvemos continuar um pouco a temática da eventual sintomatologia pós-covid.
A batalha contra o coronavírus pode não estar completamente vencida após a alta médica em pessoas que tiveram de ser internadas. Isso porque alguns sintomas podem persistir durante meses e até mesmo anos, comprometendo a qualidade de vida de quem se contaminou com o vírus.

Ansiedade, Depressão, Insónias e Stress pós-traumático

Em pesquisas recentes verificou-se haver muitas pessoas que relatam ainda sentirem dores e impacto no estado emocional, registando sintomas de ansiedade, depressão, insónia e stress pós-traumático.

A saúde mental certamente terá sido afetada devido ao isolamento do paciente durante o internamento, em que ficou privado das visitas familiares e amigos. Além disso, antes mesmo da definição do diagnóstico, esses pacientes relataram sentir medo contaminação no ambiente hospitalar e, quando a Covid lhes foi confirmada, o medo passou a ser da incerteza da evolução da doença. Isto continua a verificar-se, embora estatisticamente o número de pessoas a terem de recorrer a ajuda médica seja muito menor que antes.

As pessoas que não necessitaram de ajuda hospitalar mas que contraíram o vírus, muitas delas experimentaram fases de depressão e falta de sono. Ainda não existem evidências da correlação da doença com estes sintomas, mas a verdade é que eles permanecem e se estendem no tempo se não forem convenientemente tratados.

Depressão e Insónias

Insónias

A insónia pode ser definida como uma experiência subjetiva de sono inadequado ou de qualidade limitada, apesar de existir uma oportunidade e condições adequadas para dormir, com prejuízo para o funcionamento social, ocupacional e de outras atividades diurnas. Pode ainda ser definida como dificuldade em iniciar o sono (insónia inicial), dificuldade em mantê-lo (insónia intermédia), acordar muito cedo (insónia terminal) ou, embora com menor frequência, queixas de sono não restaurador ou sono de má qualidade.
Quanto à duração, pode ser aguda (duração inferior a quatro semanas) ou crónica (duração superior a quatro semanas) com os sintomas a ocorrerem pelo menos em três das noites por semana.

O sono preenche aproximadamente um terço da vida e é fundamental para a nossa recuperação física e psíquica. As perturbações do sono constituem um problema de saúde pública que requer intervenção.
Em Portugal, de acordo com os resultados obtidos em alguns estudos, 28% da população com mais 18 anos sofre de insónia, pelo menos três noites por semana (nas pessoas com mais de 65 anos, as queixas de insónias chegam aos 50%), com repercussões negativas na saúde e na qualidade de vida. É o distúrbio do sono mais frequente no adulto e associa-se a importantes consequências, como o aumento da mortalidade causada por doenças cardiovasculares, distúrbios psiquiátricos, diabetes, acidentes e absentismo laboral. Existem variações do sono ao longo da vida que são normais, mas a insónia nunca é normal. 

 

Depressão e Insónias

Sintomas

As insónias manifestam-se normalmente por:

  • presença dum padrão do sono alterado, caracterizado pela dificuldade em adormecer, por duração insuficiente acordando demasiado cedo, por despertares frequentes ou prolongados e por variabilidade do padrão de noite para noite; 
  • qualidade do sono, caracterizada por ansiedade ou agitação antes ou durante, sensação de cansaço ao acordar e experiências de sono desagradáveis, nomeadamente com pesadelos; 
  • sequelas diurnas, caracterizadas por sonolência, fadiga, dificuldade de concentração, falta de energia, ansiedade, depressão ou irritabilidade,
  • problemas de aprendizagem e de memória que afetam o rendimento no trabalho e na escola.

A insónia transitória (duração de uma a várias noites) é uma situação comum e sem consequências graves. A persistente ou crónica (duração de meses/anos) pode corresponder a uma situação de doença que deverá ser avaliada por um médico.

Causas

As causas mais frequentes de insónia aguda são o stress situacional (laboral, interpessoal, financeiro ou outro), ambiental (ruído no quarto) e morte ou doença de uma pessoa próxima. Acrescenta-se a estes fatores clássicos o medo de novas infeções por covid e as possíveis consequencias.

As causas podem ser dividida em primária (não é provocada por condição física ou mental conhecida) ou secundária (originada por outra doença médica ou psiquiátrica, medicamentos, entre outros.). A prevalência da secundária é muito superior à da primária, e parece estar a aumentar.

Os distúrbios do humor e ansiedade estão presentes em 30% a 50% dos doentes com insónia. As doenças médicas (mais frequentemente a dor) são encontradas em 10% dos doentes, o abuso de substâncias é encontrado noutros 10% e apenas 10% parece resultar de distúrbios primários do sono.
As doenças psiquiátricas que mais frequentemente se apresentam com insónia, incluem depressão e ansiedade.
Estão descritos como fatores de risco o aumento da idade, o género feminino, a presença de outras doenças (doença médica, psiquiátrica, abuso de substâncias), escassas relações sociais, baixo nível socio-económico, separação matrimonial ou de um parceiro, desemprego e o trabalho por turnos.

A doença de Alzheimer e a de Parkinson também podem originar insónias, bem como as patologias que causam dor, dificuldade em respirar, problemas da tiroide ou digestivos, acidentes vasculares cerebrais e a menopausa.

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