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Imunidade no Outono: Vitaminas e Minerais essenciais para prevenir gripes e constipações

O Outono está aqui em força e com ele as folhas caem, as temperaturas descem e as gripes começam a aparecer. 🍁
Esta é a altura do ano em que o nosso corpo precisa de um reforço extra para enfrentar as mudanças de estação — e o sistema imunitário torna-se o nosso melhor escudo.

Quando o frio aparece, passamos mais tempo em espaços fechados, expostos a vírus e bactérias, e é comum sentir o corpo mais vulnerável. Mas a boa notícia é que há muito que podemos fazer para fortalecer a imunidade naturalmente.

Neste artigo, vamos mostrar-te:
✅ Porque é que o sistema imunitário enfraquece no outono
✅ Quais as vitaminas e minerais essenciais para evitar gripes e constipações
✅ Que suplementos podem apoiar as tuas defesas
✅ Dicas práticas para manter a saúde durante toda a estação

Com a suplementação certa, uma boa alimentação e hábitos saudáveis, o teu corpo estará preparado para enfrentar o frio com energia, resistência e vitalidade.

Porque é que o sistema imunitário enfraquece no Outono?

Durante o Outono, o corpo enfrenta várias alterações ambientais e de rotina que impactam diretamente a imunidade:

  1. Redução da exposição solar – menos luz solar significa menor produção de vitamina D, essencial para as defesas naturais.
  2. Alterações de temperatura – o frio repentino provoca stress térmico e torna o corpo mais suscetível a vírus respiratórios.
  3. Ambientes fechados e secos – o convívio em espaços com pouca ventilação facilita a propagação de microrganismos.
  4. Fadiga e stress – o regresso à rotina e o ritmo acelerado enfraquecem o sistema imunitário.

Estas condições combinadas criam o “cenário perfeito” para as gripes e constipações típicas desta altura do ano. Por isso, é essencial agir de forma preventiva e fortalecer o corpo antes que os sintomas apareçam.

Gripes e Constipações

Vitaminas Essenciais para Reforçar o Sistema Imunitário

As vitaminas são micronutrientes fundamentais para o funcionamento de todas as células do corpo — e algumas têm um papel especial no reforço das defesas.

1️⃣ Vitamina C – A Clássica Defensora

A vitamina C é provavelmente a mais conhecida quando se fala de imunidade, e com razão.
Ela atua como um poderoso antioxidante, protegendo as células contra o stress oxidativo e estimulando a produção de glóbulos brancos, que são as “soldados” do sistema imunitário.

Principais benefícios:

  • Reduz a duração e intensidade das constipações

  • Aumenta a resistência contra vírus e bactérias

  • Apoia a absorção do ferro e a regeneração de tecidos

Fontes alimentares: citrinos (laranja, tangerina, limão), kiwi, morangos, pimentos e couve kale.
Suplementos recomendados:

  • Vitamina C Lipossomal – com melhor absorção e maior biodisponibilidade

  • Fórmulas com bioflavonoides – aumentam o poder antioxidante

💡 Dica Shaker: a vitamina C é ainda mais eficaz quando combinada com zinco.

2️⃣ Vitamina D – A Vitamina do Sol

A vitamina D é produzida naturalmente pela pele através da exposição solar. No entanto, durante o outono e inverno, os níveis tendem a cair drasticamente — o que afeta diretamente o sistema imunitário.

Benefícios principais:

  • Regula a resposta imunitária, reduzindo inflamações

  • Diminui o risco de infeções respiratórias

  • Apoia ossos fortes e humor equilibrado

Fontes alimentares: peixes gordos (salmão, sardinha, cavala), ovos e laticínios fortificados.
Suplementos recomendados:

  • Vitamina D3 com K2 – combinação essencial para absorção e utilização eficaz do cálcio

  • Sprays sublinguais – alternativa prática e de alta absorção

💡 Sabias que? A deficiência de vitamina D está associada a maior probabilidade de desenvolver gripes, fadiga e baixa resistência.

3️⃣ Vitamina A – A Guardiã das Mucosas

A vitamina A fortalece as barreiras naturais do corpo, como as mucosas do nariz e garganta, que são a primeira linha de defesa contra vírus.

Benefícios principais:

  • Mantém as vias respiratórias saudáveis

  • Melhora a resposta imunitária inata

  • Atua como antioxidante e protetor celular

Fontes alimentares: cenoura, batata-doce, fígado, gema de ovo e vegetais de cor laranja.
Suplementos recomendados:

  • Complexos multivitamínicos com vitamina A + E

  • Fibras com carotenoides naturais (betacaroteno)

4️⃣ Vitaminas do Complexo B – Energia e Resistência

As vitaminas B1, B2, B6, B12, niacina, biotina e ácido fólico têm funções essenciais no metabolismo energético e no bom funcionamento do sistema nervoso e imunitário.

Benefícios principais:

  • Reduzem o cansaço e a fadiga mental

  • Melhoram o metabolismo das proteínas e aminoácidos

  • Fortalecem o sistema nervoso, especialmente em períodos de stress

Fontes alimentares: carnes magras, ovos, leguminosas, cereais integrais e frutos secos.
Suplementos recomendados:

  • Complexo B – ideal para quem sente falta de energia e resistência mental

  • B12 sublingual – essencial para vegetarianos e veganos

Minerais Essenciais para uma Imunidade Forte

Além das vitaminas, os minerais desempenham papéis fundamentais na defesa do organismo.

1️⃣ Zinco – O Escudo Antiviral

O zinco é um dos minerais mais importantes para a imunidade, atuando na produção e função dos glóbulos brancos.

Benefícios principais:

  • Reduz a duração e severidade de constipações

  • Melhora a cicatrização e a regeneração celular

  • Atua como antioxidante e anti-inflamatório natural

Fontes alimentares: carne vermelha magra, ostras, sementes de abóbora e feijão.
Suplementos recomendados:

  • Zinco Quelato – com alta absorção e menos impacto digestivo

  • Fórmulas com Vitamina C + Zinco – sinergia poderosa para o sistema imunitário

2️⃣ Selénio – O Protetor Celular

O selénio é essencial para o funcionamento das enzimas antioxidantes, protegendo as células contra danos e envelhecimento precoce.

Benefícios principais:

  • Fortalece as defesas antioxidantes

  • Melhora a resposta imunitária antiviral

  • Apoia a saúde da tiroide e o metabolismo

Fontes alimentares: castanha-do-pará, atum, frango, ovos.
Suplementos recomendados:

  • Selénio + Vitamina E – dupla que combate o stress oxidativo e reforça as defesas

3️⃣ Ferro – Energia e Oxigenação

O ferro é essencial para o transporte de oxigénio e o funcionamento das células imunitárias.
A deficiência deste mineral pode causar fadiga, palidez e maior suscetibilidade a infeções.

Fontes alimentares: carne vermelha, espinafre, lentilhas e cereais fortificados.
Suplementos recomendados:

  • Ferro Lipossomal – alta absorção e sem efeitos gastrointestinais

  • Ferro com Vitamina C – melhora a assimilação e eficácia

Suplementos Naturais e Plantas Imunomoduladoras

Além das vitaminas e minerais, existem compostos naturais que ajudam a reforçar as defesas:

  • Equinácea: planta clássica no combate a constipações; estimula a produção de glóbulos brancos.

  • Própolis: antibacteriano e antiviral natural.

  • Curcuma e Gengibre: reduzem inflamações e fortalecem o sistema imunitário.

  • NAC (N-Acetilcisteína): melhora a saúde respiratória e protege as células pulmonares.

  • Astragalus e Ginseng: aumentam a resistência física e mental.

💡 Dica Shaker: combina suplementos naturais com multivitamínicos completos para uma defesa total do organismo.

Gripes e Constipações

Alimentação e Estilo de Vida: o Apoio Natural da Imunidade

Nenhum suplemento substitui uma boa alimentação — mas pode complementá-la e reforçar o que falta.
Aqui ficam hábitos simples que fazem a diferença:

  • Consome frutas e legumes frescos diariamente

  •  Bebe bastante água

  • Dorme pelo menos 7 horas por noite

  • Reduz o stress com respiração, caminhadas e relaxamento

  • Faz exercício físico regular

Um corpo ativo e bem nutrido é naturalmente mais resistente.

💥 Conclusão: Fortalece o Teu Corpo Antes que o Frio Chegue

O Outono é uma estação de transição — e uma excelente oportunidade para reforçar a tua saúde e prevenir doenças.
Ao dar ao corpo as vitaminas e minerais certos, estás a investir na tua energia, imunidade e bem-estar.

Na Shaker.pt, encontras os melhores suplementos para atravessar esta estação com vitalidade:
🌟 Multivitamínicos completos
🌟 Vitamina C + Zinco
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Viver a Menopausa com Equilíbrio e Vitalidade: como cuidar do corpo e da mente nesta fase da vida

A menopausa é um daqueles momentos de viragem que todas as mulheres sabem que vai chegar, mas poucas se sentem verdadeiramente preparadas para enfrentar. A verdade é que esta fase, que marca o fim do ciclo reprodutivo, pode ser vivida de forma plena, equilibrada e com muita vitalidade — desde que saibas cuidar do teu corpo e da tua mente de forma consciente.

Neste artigo, vamos explorar o que realmente acontece no organismo durante a menopausa, quais os desafios físicos e emocionais mais comuns, e, sobretudo, como transformar este período num novo capítulo de autoconhecimento, bem-estar e energia.

O que é afinal a menopausa?

A menopausa é o momento em que a mulher deixa de menstruar de forma definitiva. Este processo ocorre, em média, entre os 45 e 55 anos, e é oficialmente confirmado após 12 meses consecutivos sem menstruação.

Mas a menopausa não acontece de um dia para o outro — ela é parte de um percurso natural chamado climatério, que inclui três fases:

  • Perimenopausa: é a transição, quando começam as irregularidades menstruais e sintomas como ondas de calor e alterações de humor. Pode durar de 4 a 10 anos.

  • Menopausa: o último período menstrual.

  • Pós-menopausa: o período que segue a última menstruação, quando os sintomas tendem a estabilizar, mas os cuidados com a saúde devem continuar.

Durante este processo, os ovários reduzem a produção de estrogénio e progesterona, duas hormonas fundamentais para o equilíbrio feminino — e é essa flutuação hormonal que desencadeia a maioria das mudanças físicas e emocionais.

Porque é que a menopausa muda tanto o corpo (e a cabeça)?

As hormonas sexuais não influenciam apenas a fertilidade — elas estão envolvidas em praticamente todos os sistemas do corpo: do metabolismo ao humor, da pele à memória.

Quando os níveis de estrogénio descem, o corpo reage de várias formas:

  • Ondas de calor e suores noturnos: causados por alterações no centro de regulação da temperatura corporal, no cérebro.

  • Alterações de humor e ansiedade: o estrogénio tem um papel importante na produção de serotonina e dopamina, neurotransmissores ligados ao bem-estar.

  • Aumento de peso: o metabolismo torna-se mais lento e há tendência para acumular gordura abdominal.

  • Secura vaginal e menor libido: por redução da lubrificação e da vascularização.

  • Alterações no sono: dificuldades para adormecer ou insónias frequentes.

  • Pele e cabelo mais secos e finos: resultado direto da menor produção de colagénio e sebo.

Ou seja, a menopausa é uma autêntica reestruturação do corpo feminino. Mas — e aqui está a boa notícia — tudo isto pode ser gerido e equilibrado com os cuidados certos.

Viver a Menopausa

O poder da aceitação: mudar a narrativa sobre a menopausa

Durante muito tempo, a menopausa foi vista como o “fim” da juventude ou da feminilidade. Mas essa visão está a mudar, e com razão. Hoje sabemos que a menopausa é apenas uma nova fase — não uma perda, mas uma transição.

A psicóloga e escritora Christiane Northrup, autora de The Wisdom of Menopause, defende que este é um período de grande poder pessoal. As mulheres aprendem a ouvir o corpo, redefinem prioridades e muitas vezes encontram uma nova liberdade — emocional e física.

Aceitar as mudanças, em vez de lutar contra elas, é o primeiro passo para viver a menopausa com equilíbrio.

Cuidar do corpo: alimentação, movimento e sono

O corpo muda — e, por isso mesmo, os cuidados também precisam de mudar. Aqui ficam os pilares fundamentais para manter a vitalidade.

1. Alimentação que nutre e equilibra

O que comemos tem um impacto direto nos sintomas da menopausa. Uma alimentação equilibrada pode ajudar a reduzir ondas de calor, manter o peso estável e proteger o coração e os ossos.

Dicas práticas:

  • Aumenta o consumo de frutas e vegetais coloridos: ricos em antioxidantes e fitoestrogénios naturais (como o tofu, soja, linhaça e leguminosas).

  • Prioriza proteínas magras (peixe, frango, ovos, leguminosas) para manter massa muscular.

  • Inclui gorduras boas: azeite virgem extra, abacate, frutos secos e sementes ajudam a equilibrar hormonas e a reduzir inflamações.

  • Evita açúcares e álcool em excesso, que agravam as oscilações de humor e interferem com o sono.

  • Hidrata-te bem: a desidratação pode piorar os suores noturnos e a fadiga.

Estudo: Pesquisas publicadas no Journal of Nutrition mostram que dietas ricas em fitoestrogénios podem reduzir a frequência e intensidade das ondas de calor em até 40%.

2. Movimento: o exercício como terapia

O exercício físico é um dos aliados mais poderosos da mulher nesta fase. Além de ajudar no controlo do peso, melhora o humor, protege os ossos e promove um sono mais profundo.

Escolhe o que te faz bem:

  • Caminhadas e corrida leve: excelentes para o coração e o metabolismo.

  • Treino de força (musculação ou pilates com resistência): ajuda a prevenir a osteoporose e mantém a massa muscular.

  • Ioga e alongamentos: reduzem o stress e melhoram a flexibilidade.

  • Dança, natação, ciclismo — o importante é manter o corpo em movimento e divertir-se.

Dica Shaker: 150 minutos semanais de atividade moderada já fazem uma diferença enorme na energia e no bem-estar.

3. Sono reparador: um luxo essencial

O sono é um dos primeiros aspetos a ser afetado pela menopausa, mas também um dos mais importantes para o equilíbrio hormonal.

Boas práticas para dormir melhor:

  • Mantém horários regulares.

  • Cria um ambiente fresco e escuro (especialmente se sofres com suores noturnos).

  • Evita ecrãs antes de dormir — a luz azul interfere com a melatonina.

  • Experimenta técnicas de relaxamento, como respiração profunda ou meditação guiada.

Cuidar da mente: o equilíbrio emocional e a autoconfiança

A menopausa é também uma montanha-russa emocional. Oscilações hormonais, stress e a sensação de “mudança de identidade” podem abalar a autoestima. Mas há formas eficazes de cuidar da mente e reencontrar o equilíbrio.

1. Cultiva a autocompaixão

Muitas mulheres sentem culpa ou frustração por não se sentirem “como antes”. Mas este é um momento para acolher as tuas emoções com gentileza, sem julgamentos.
Praticar a autocompaixão ajuda a reduzir o stress e a aumentar a resiliência emocional.

2. Meditação e mindfulness

A prática regular de mindfulness tem mostrado benefícios comprovados em mulheres na menopausa. Segundo um estudo da North American Menopause Society, a meditação reduz a intensidade das ondas de calor e melhora o humor.
Mesmo 10 minutos por dia podem fazer diferença.

3. Terapia e partilha

Conversar com um terapeuta ou com outras mulheres que passam pelo mesmo pode ser libertador. Grupos de apoio ou comunidades online são espaços de empatia e inspiração.

A saúde sexual e o prazer também importam

A sexualidade não acaba com a menopausa — apenas se transforma. A diminuição do estrogénio pode causar secura vaginal, dor ou menor desejo, mas tudo isso pode ser tratado.

Soluções eficazes:

  • Lubrificantes e hidratantes vaginais (preferencialmente à base de água e sem perfumes).

  • Terapia hormonal local (com estrogénio em creme ou anel vaginal, sob prescrição médica).

  • Explorar novas formas de intimidade: mais foco na conexão, no toque e no tempo partilhado.

A sexualidade madura pode ser mais autêntica e livre — sem pressões, com mais consciência do corpo e do prazer.

Terapias complementares e medicina integrativa

Muitas mulheres procuram alternativas naturais ou complementares para aliviar sintomas da menopausa. Algumas delas têm base científica sólida:

  • Isoflavonas de soja: fitoestrogénios que ajudam a equilibrar hormonas.

  • Trévo-vermelho e linhaça: também ricos em compostos estrogénicos naturais.

  • Magnésio e vitamina B6: úteis para reduzir irritabilidade e fadiga.

  • Vitamina D e cálcio: essenciais para a saúde óssea.

  • Acupuntura: estudos indicam redução de ondas de calor e melhoria do humor.

Nota importante: mesmo os suplementos naturais devem ser usados com orientação médica, especialmente se fazes algum tratamento.

Viver a Menopausa

Equilíbrio emocional e propósito: o renascer após os 50

A menopausa também é um convite para redefinir prioridades. É comum que, após décadas dedicadas à família ou ao trabalho, as mulheres sintam vontade de se reconectar consigo mesmas — descobrir novos interesses, cuidar do próprio tempo, iniciar projetos adiados.

Este é o momento de reavaliar o que te faz sentir viva: pode ser aprender algo novo, viajar, praticar arte, fazer voluntariado ou simplesmente desacelerar e saborear a vida.

A escritora Clarissa Pinkola Estés, no livro Mulheres que Correm com os Lobos, descreve esta fase como o “regresso à sabedoria instintiva”. A menopausa pode ser, portanto, o início de uma nova liberdade interior.

Checklist: hábitos que promovem vitalidade na menopausa

  • 🍎 Alimentação rica em plantas e gorduras boas
  • 💧 Hidratação diária adequada
  • 🏋️‍♀️ Exercício físico regular (força + cardio + flexibilidade)
  • 💤 Rotina de sono consistente
  • 🧘‍♀️ Prática de mindfulness ou meditação
  • 💬 Partilha e apoio emocional
  • 💕 Cuidado com a vida sexual
  • 🩺 Acompanhamento médico regular
  • 🎨 Tempo para ti e para o que te inspira
  • 🌞 Exposição solar diária (vitamina D e bom humor!)

Conclusão: menopausa não é o fim, é um novo começo

Viver a menopausa com equilíbrio e vitalidade é, antes de mais nada, uma questão de consciência e autocuidado. O corpo muda, sim — mas também amadurece, ganha sabedoria e pede uma nova forma de atenção.

Com as escolhas certas, é possível atravessar esta fase com energia, serenidade e prazer de viver.
A menopausa pode ser o momento mais autêntico da vida de uma mulher — quando ela finalmente se liberta das expectativas alheias e se reencontra consigo mesma.

Então, respira fundo, aceita as transformações e lembra-te: esta é a tua nova estação — uma fase para florescer, com equilíbrio e vitalidade. 🌸

Viver a Menopausa

Mitos e Verdades sobre Treinar em Jejum

Os treinos em jejum ajudam mesmo a perder peso?
Não. Sim. Talvez. Indiferente?
Fazer exercício é o que realmente importa. Comer ou não comer antes do treino é “o menos”.

Os adeptos dos treino em jejum afirma, frequentemente, que esta é é a forma mais eficiente de perder gordura corporal. Os opositores dizem que é uma ideia terrível e perigosa, que fará com que ganhe peso.
Afinal, quem tem razão e o que dizem as evidências da investigação?
Por um lado, os defensores alegam que, ao treinar em jejum, alterações positivas na composição corporal podem ocorrer através de perdas de massa gorda, mantendo ou ganhando massa magra. Ou até através do ganho de massa magra na ausência de qualquer perda de gordura corporal. Tudo isto pode ser considerado positivo.

 A ideia que o exercício em jejum conduz a tais alterações positivas de composição corporal provém da investigação que mostra que exercitar após comer versus exercitar antes de comer afeta o metabolismo de forma diferente.
Como explica, no artigo The Conversation, a especialista Mandy Hagstrom, professora de Fisiologia do Exercício da Universidade de Nova Gales do Sul, em Sydney, na Austrália, de facto, o exercício aeróbico em estado de jejum faz com que se queime mais gordura como combustível (o que os investigadores chamariam de “oxidação de gordura”) quando medido num único momento. No entanto, um outro estudo de 2017 liderado por Hagstrom demonstrou que um programa de treino em jejum não parece traduzir-se em diferenças a longo prazo na perda de gordura corporal.
Esta discrepância entre gordura queimada como combustível durante o exercício e alterações na gordura corporal a longo prazo tem sido mal interpretada.
Na ciência do exercício, é de facto bastante comum verificar-se que efeitos a curto prazo nem sempre se traduzem em impactos a longo prazo. Por exemplo, exercício intenso a curto prazo pode afetar negativamente o sistema imunitário no momento, mas fazer exercício regularmente pode na verdade afetá-lo positivamente a longo prazo.

Treinar em jejum

O que nos faz comer logo a seguir ou mesmo antes do treino?

Comer uma refeição com hidratos de carbono e proteína perto da hora do exercício é provavelmente benéfico para o desempenho na próxima sessão de treino. No entanto, quer essa refeição seja antes ou depois do treino parece ter um impacto limitado.
Curiosamente, a investigação mostrou que aumentar a proporção de comida ingerida de manhã – e, em particular, comer mais proteína – pode ajudar a melhorar a composição corporal e aumentar a perda de peso. No entanto, este momento não está relacionado com o exercício, mas sim com a altura do dia em que comemos.

E quanto ao desempenho desportivo?

É relativamente claro que comer antes do exercício melhora o desempenho em atividades que durem mais de 60 minutos, mas tem pouco efeito no desempenho em atividades de menor duração.
Isto também é evidenciado pela falta de atletas de elite a apoiarem o exercício em jejum. Um inquérito realizado a quase 2.000 atletas de resistência mostrou que atletas não profissionais são mais propensos ao exercício em jejum comparativamente aos atletas profissionais.

E quanto ao treino de força?

Então obtém diferenças na força muscular, tamanho e alterações na composição corporal em resposta a fazer treino de resistência (como musculação) em jejum versus depois de comer? Infelizmente, a investigação é limitada e de baixa qualidade.
Esta evidência limitada até agora sugere que não faz diferença.
Um ensaio controlado aleatório recente também não encontrou diferença em força, potência ou massa magra quando o treino de resistência foi feito duas vezes por semana durante 12 semanas, quer após jejum quer após alimentação.

Treinar em jejum

Quais são as potenciais desvantagens?

O treino em jejum pode deixar-nos com muita fome após o exercício, o que pode levar a escolhas alimentares piores.
Além disso, algumas pessoas podem ter dores de cabeça e náuseas ao se exercitarem em jejum.
Esta não é, no entanto, uma experiência universal; as redes sociais estão cheias de pessoas que dizem que o exercício em jejum as faz sentirem-se ótimas.

Comer ou não comer é “o menos”

Em resumo, não há um vencedor claro.
As evidências não apoiam a superioridade do exercício em jejum relativamente à perda de peso ou ao desempenho desportivo.
No entanto, as evidências também não mostram que cause problemas em muitos cenários (exceto talvez no desempenho desportivo de elite).

Portanto, se estiveres com pouco tempo e saltar o pequeno-almoço te permitir sair e fazer aquela corrida ou treino, então vai em frente. Não te preocupes demasiado com as consequências.
Mas se a ideia de treinares de estômago vazio te fizer quereres evitar o ginásio, então toma o pequeno-almoço antes de ires. Fica tranquilo(a) que não estarás a trabalhar contra os teus objetivos.
Modas de exercício e truques de bem-estar vão e vêm, mas a única coisa sustentada por evidências sólidas e consistentes é o exercício. Portanto, fazê-lo é o que mais importa. Não a hora do dia, não a escolha exata do exercício, nem sequer a quantidade – e definitivamente, não importa se comeste ou não antes do treino.

Treinar em jejum

Aumenta a tua Força e Rendimento nos Treinos com Creatina

Se estás a planear levar os teus treinos a outro nível, há um suplemento que não pode faltar na tua rotina: a creatina.
É um dos suplementos mais estudados e eficazes do mundo do fitness — reconhecida pela sua capacidade de melhorar o desempenho físico, aumentar a força muscular e potenciar os resultados de quem treina de forma intensa e regular.

Neste artigo, explicamos o que é a creatina, como atua no corpo, quais os seus principais benefícios e como podes tirar o máximo partido deste poderoso aliado para os teus treinos.
E no final, temos uma oferta especial: 10% de desconto em todas as creatinas do site shaker.pt por tempo limitado. 

O Que é a Creatina?

A creatina é uma substância natural produzida pelo nosso organismo a partir de três aminoácidos: arginina, glicina e metionina.
Cerca de 95% da creatina é armazenada nos músculos, onde desempenha um papel essencial na produção rápida de energia durante exercícios de alta intensidade.

Quando realizas atividades explosivas, como sprints, levantamento de peso ou treinos HIIT, o corpo utiliza ATP (adenosina trifosfato) como fonte imediata de energia. A creatina ajuda a repor rapidamente o ATP, permitindo-te manter o esforço máximo por mais tempo e aumentar o volume de treino.

Porque Tomar Creatina?

A suplementação com creatina tem benefícios comprovados e vai muito além do aumento de massa muscular. Eis as principais razões para a incluir no teu plano:

✅ Aumenta a Força e a Potência Muscular

A creatina melhora a capacidade de produzir energia explosiva. Isso traduz-se em maior força, mais repetições e melhor desempenho em exercícios intensos.

✅ Melhora o Desempenho nos Treinos

Com mais energia disponível, consegues treinar mais tempo e com mais qualidade, o que acelera a progressão nos teus resultados.

✅ Favorece o Crescimento Muscular

Ao aumentar o volume de treino e a capacidade de recuperação, a creatina estimula a síntese proteica e contribui para músculos mais volumosos e definidos.

✅ Acelera a Recuperação

Estudos mostram que a creatina ajuda a reduzir danos musculares e inflamação pós-treino, permitindo uma recuperação mais rápida entre sessões.

✅ Melhora a Função Cognitiva

Curiosamente, a creatina não beneficia apenas o corpo — também melhora o desempenho mental, especialmente em momentos de fadiga, falta de sono ou esforço prolongado.

Creatina e Função Cognitiva: Energia Também Para o Cérebro

Embora a creatina seja conhecida sobretudo pelos efeitos musculares e desportivos, a verdade é que o seu papel vai muito além do ginásio.
O cérebro, tal como os músculos, depende de energia (ATP) para funcionar corretamente — e é precisamente aqui que a creatina volta a brilhar.
A suplementação com creatina aumenta as reservas de fosfocreatina também nas células cerebrais, ajudando o cérebro a produzir energia mais rapidamente quando é sujeito a stress, fadiga ou períodos de elevada exigência mental.
Vários estudos científicos mostraram que a creatina pode:

  • Melhorar a concentração e o foco: Durante tarefas mentais exigentes ou longas horas de estudo e trabalho, a creatina ajuda a manter a clareza mental e a reduzir a sensação de cansaço cognitivo.
  • Aumentar a memória de curto prazo: Investigações realizadas em universitários e adultos mais velhos sugerem que a creatina pode melhorar a memória imediata e a capacidade de retenção de informação, especialmente em situações de privação de sono.
  • Reduzir o impacto da fadiga mental: Em períodos de stress, dietas muito restritivas ou treinos intensos, os níveis de energia cerebral podem cair — e é aí que a creatina atua como um “combustível extra”, reduzindo a sensação de esgotamento mental.
  • Apoiar o bem-estar emocional: Alguns estudos exploram o potencial da creatina na regulação do humor e da função neurológica, com resultados promissores na redução de sintomas de fadiga e apatia.

Tipos de Creatina e Qual Escolher

No mercado existem várias formas de creatina, mas a Creatina Monohidratada continua a ser a mais estudada e eficaz.
Outras versões, como Creatina HCl, Creatina Kre-Alkalyn ou Creatina Micronizada, podem oferecer melhor solubilidade ou digestão mais rápida, mas os efeitos principais são semelhantes.

Na Shaker.pt encontras opções de marcas conceituadas como:

  • OstroVit Creatine Monohydrate

  • Applied Nutrition Creatine Micronized

  • HSN Creatine Excell

  • BioTechUSA 100% Creatine Monohydrate

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Como Tomar Creatina

A dosagem recomendada para a maioria das pessoas é de 3 a 5g por dia.
Não é necessário fazer fases de “carga”, a menos que queiras resultados muito rápidos. A consistência diária é o que faz realmente a diferença.

Dica Shaker: toma a creatina junto com a refeição pós-treino ou com uma fonte de hidratos de carbono e proteína (por exemplo, whey protein e banana) para uma absorção otimizada.
E lembra-te: a hidratação é fundamental! A creatina atua dentro das células musculares, por isso deves garantir uma ingestão adequada de água ao longo do dia.

A Creatina e as Fases de Bulking ou Cutting

A creatina é versátil — pode ser usada tanto em fases de bulking (ganho de massa) como em cutting (definição muscular).
Durante o bulking, ajuda a aumentar o volume e a força, potenciando o crescimento muscular. Já no cutting, mantém o rendimento e preserva a massa magra, mesmo com défice calórico.
Por isso, é um suplemento essencial para qualquer fase de treino.

Conclusão: Sente a Diferença com Creatina

Se queres melhorar o rendimento, ganhar força e acelerar os resultados, a creatina é o suplemento certo.
Simples, eficaz e apoiada por décadas de investigação científica, é uma das formas mais seguras de otimizar o desempenho físico e mental.

Na Shaker.pt, encontras as melhores marcas, os melhores preços e agora — 10% de desconto em todas as creatinas!
Não esperes mais: começa hoje a potenciar o teu treino e sente a diferença nas próximas semanas.

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Receita de Pudim Kinder Proteico com Whey

Se és fã do sabor inconfundível do Kinder, mas procuras uma versão mais saudável e rica em proteína, esta receita é para ti! 🍫💪 O Pudim Kinder Proteico com Whey junta o melhor dos dois mundos: um creme de chocolate delicioso, uma camada suave de iogurte que lembra o recheio clássico e, claro, uma cobertura crocante de chocolate. Tudo isto com um toque fit, baixo em açúcares e com alto teor proteico, perfeito para quem não abdica de cuidar da alimentação sem deixar de lado o prazer de uma boa sobremesa.

Ingredientes:

  • 30 g de Whey Protein sabor chocolate

  • 200 ml de bebida vegetal (ou leite magro)

  • 10 g de cacau puro em pó sem açúcar

  • 1 colher de sopa de mel ou xilitol (opcional, para adoçar)

  • 1 colher de chá de amido de milho (maizena)

  • 50 g de iogurte grego natural light

  • 20 g de chocolate negro 85% cacau (para cobertura)

  • Opcional: avelãs picadas para dar crocância

Modo de Preparação:

Base de chocolate proteico:

  • Num tacho, mistura a bebida vegetal, o cacau em pó, o amido de milho e a proteína whey de chocolate.
  • Leva a lume brando, mexendo sempre, até engrossar e ganhar consistência de creme.

Camada de “leite” tipo Kinder:

  • Numa taça, mistura o iogurte grego com o mel (ou adoçante).
  • Reserva para fazer a camada superior.

Montagem:

  • Em copos ou taças, coloca primeiro a camada de chocolate proteico ainda morna.
  • Deixa arrefecer no frigorífico durante pelo menos 1 hora.
  • Adiciona por cima a camada de iogurte grego adoçado.

Cobertura:

  • Derrete o chocolate negro em banho-maria ou no micro-ondas.
  • Verte por cima da camada branca e espalha.
  • Se quiseres, adiciona avelãs picadas para um toque crocante.

Levar ao frio:

  • Coloca no frigorífico por 2 a 3 horas para solidificar bem.

Valor Nutricional Estimado (por porção):

  • Calorias: ~220 kcal

  • Proteína: ~22 g

  • Gordura: ~8 g

  • Hidratos de carbono: ~15 g

Conclusão

Este Pudim Kinder Proteico com Whey é uma alternativa fit ao clássico sabor Kinder: combina camadas de chocolate e creme de leite num doce saudável, rico em proteína e perfeito para snacks ou sobremesas sem culpa.

👉 Ideal para pós-treino ou para aqueles momentos em que a vontade de doce aparece.

Marca
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