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Probióticos Evogreens Naturals: Revolução da Saúde Intestinal

O que torna os probióticos “naturais”?

Quando pensamos em probióticos, a maioria de nós imagina iogurtes, kefir ou cápsulas que prometem equilibrar a flora intestinal. Mas há uma forma de consumir probióticos que vai muito além do que se encontra no corredor dos laticínios: os probióticos naturais integrados em superalimentos e extratos vegetais.

O que torna os probióticos “naturais”? São aqueles que ocorrem naturalmente em alimentos fermentados ou que são adicionados a formulações à base de ingredientes vegetais, sem recorrer a culturas sintéticas ou geneticamente modificadas. E é exatamente esta a filosofia por trás do Evogreens Naturals da Evogen.

O Evogreens Naturals foi desenvolvido especificamente para atletas e pessoas que treinam intensamente, com o objectivo de fornecer ingredientes estrategicamente seleccionados para desintoxicar e nutrir o corpo, acelerando a recuperação e o bem-estar geral de uma forma que outros produtos de “superalimentos” não conseguem.

Probióticos Evogreens Naturals

Probióticos estáveis à temperatura ambiente: Bacillus coagulans e Bacillus subtilis

O Evogreens Naturals contém uma mistura probiótica de 2 mil milhões de UFC (Unidades Formadoras de Colónias) por dose, composta por duas estirpes específicas: Bacillus coagulans e Bacillus subtilis MB40.
Estas estirpes são especialmente interessantes porque são estáveis à temperatura ambiente – ao contrário de muitos probióticos que requerem refrigeração. Isto significa que mantêm a sua viabilidade mesmo durante o transporte e armazenamento, garantindo que chegam ao teu intestino vivos e prontos para atuar.|

O impacto na absorção de nutrientes

O Bacillus coagulans e o Bacillus subtilis têm sido estudados pelo seu impacto positivo na absorção de aminoácidos essenciais. A investigação demonstrou que estas estirpes podem melhorar a absorção de:

AminoácidoMelhoria na Absorção
Leucina (regulador da síntese proteica muscular)23%
Isoleucina (BCAA)20%
Valina (BCAA)7%
Glutamina (suporte imunitário)116%
Ornitina100%
Triptofano100%
Citrulina128%

Estes dados indicam que o Bacillus coagulans tem um impacto significativo na absorção de aminoácidos, o que é especialmente relevante para atletas que dependem da disponibilidade de aminoácidos para recuperação e crescimento muscular.
Um intestino saudável é essencial para um atleta saudável. Os sistemas digestivo e imunitário do corpo humano estão intimamente ligados, uma vez que 70% do sistema imunitário é composto por tecido linfóide associado ao intestino. Portanto, não é surpreendente que os probióticos tenham demonstrado ter um impacto benéfico tanto nas funções digestivas como imunitárias – ambas cruciais para qualquer atleta que treina intensamente.

Para que serve este suplemento?

  1. Saúde intestinal e imunitária: A combinação de probióticos estáveis com a riqueza em nutrientes vegetais apoia a saúde gastrointestinal e fortalece as defesas naturais.
  2. Recuperação e regeneração: Os antioxidantes presentes no açaí, na romã e na goji ajudam a neutralizar o stress oxidativo e a acelerar a recuperação muscular.
  3. Energia e vitalidade: A spirulina, a maca e o complexo de superalimentos contribuem para a manutenção dos níveis de energia ao longo do dia.
  4. Desintoxicação: Os extratos de vegetais e superalimentos promovem a eliminação de toxinas e apoiam a função hepática.
  5. Absorção de nutrientes: Os probióticos ajudam a garantir que os macro e micronutrientes da dieta são absorvidos corretamente.

O que mais compõe o Evogreens Naturals?

Para além dos probióticos, a fórmula inclui uma base sólida de superalimentos que trabalham em sinergia:

IngredienteQuantidade por doseBenefício Principal
Spirulina orgânica2gFonte de proteína, energia, antioxidantes e desintoxicante natural 
Erva de cevada orgânica1gFonte de clorofila e nutrientes
Erva de trigo orgânica1gFonte de clorofila e nutrientes
Açaí orgânico600mgAntioxidante, anti-inflamatório
Bromelaína500mgEnzima que auxilia a digestão de proteínas
Goji orgânico500mgAntioxidante, suporte imunitário
Couve orgânica400mgFonte de vitaminas e minerais
Maca orgânica300mgSuporte natural à energia e vitalidade
Pomanox® P30 (romã)150mgAntioxidante, saúde cardiovascular 
Extrato de brócolos50mgFonte de sulforafano, propriedades desintoxicantes

O poder da Spirulina no Evogreens

A spirulina é um dos superalimentos mais ricos em nutrientes do planeta. A Evogen utiliza uma quantidade excecionalmente elevada de spirulina no Evogreens – 2 gramas por dose – que é mais do que a maioria dos produtos de greens no mercado.
A spirulina fornece um impulso quase instantâneo de energia, ao mesmo tempo que melhora a resistência e reduz a fadiga. Também ajuda a melhorar o sistema imunitário, proporciona um suporte excecional para o coração, fígado e rins, e é um desintoxicante natural que oxigena o sangue e ajuda a limpar o corpo de toxinas.

Vitagranate: O extrato de romã com tecnologia de ponta

A Evogen inclui o VitaGranate, um extrato padronizado de romã com um teor extremamente elevado de antioxidantes, particularmente taninos e flavonóides, que são críticos para ajudar os atletas a recuperar de exercício extenuante. O VitaGranate foi selecionado por ser um ativador da enzima Paraoxonase 1 (PON1), que influencia a saúde cardiovascular – estudos ex vivo demonstraram que estimula a PON1 no soro humano em até 47%.

Como e quando tomar Evogreens Naturals

  • Dose recomendada: Misturar 1 colher (cerca de 7,3g) com 300 a 360 ml de água fria, sumo ou outra bebida à tua escolha.

  • Frequência: Recomenda-se 1 a 3 porções diárias.

  • Conservação: Após abrir, guardar no frigorífico para preservar a viabilidade dos probióticos e a frescura dos ingredientes.

  • Sabores disponíveis: Berry (frutos vermelhos), Fruit Punch, Chocolate e Lemon Mint.

Conclusão

O Evogreens Naturals representa uma abordagem integrada e moderna à suplementação intestinal. Não é apenas um greens powder – é um sistema que combina:

  • Probióticos estáveis (Bacillus coagulans e Bacillus subtilis) que melhoram a absorção de nutrientes e apoiam a imunidade

  • Superalimentos de alta qualidade (com 2g de spirulina orgânica, açaí, goji, maca e muito mais)

  • Enzimas digestivas (bromelaína) que auxiliam a digestão

  • Antioxidantes potentes (VitaGranate) que aceleram a recuperação

Seja para atletas que treinam intensamente, para quem tem uma rotina stressante ou para qualquer pessoa que queira garantir que o seu corpo recebe a base nutricional de que precisa, o Evogreens Naturals é uma ferramenta prática e poderosa.

A tua saúde intestinal agradece. 🌱

Açafrão: Especiaria Milenar com Evidências contra a Depressão

O açafrão (Crocus sativus L.) é conhecido como a especiaria mais cara do mundo – e por boas razões. São necessárias cerca de 110.000 a 200.000 flores para obter apenas 1 kg dos seus estigmas, o que justifica o seu preço elevado . Durante séculos, foi utilizado na medicina tradicional como tónico para o humor e para a mente.
Mas o que a ciência moderna tem vindo a descobrir nos últimos anos é verdadeiramente notável: o açafrão pode ter propriedades antidepressivas comparáveis a alguns fármacos convencionais, com menos efeitos secundários. E os estudos mais recentes estão a confirmar este potencial, com evidências cada vez mais robustas.
Neste artigo, vamos explorar o que a ciência diz sobre o açafrão e a depressão, como ele atua no cérebro, quais as doses utilizadas nos estudos e as precauções a ter em conta.

O que é o açafrão e porque é tão valioso?

O açafrão é uma planta da família Iridaceae, cultivada principalmente no Irão, Índia, Afeganistão, Grécia, Marrocos e Itália . A parte utilizada da planta é o seu estigma – a parte feminina da flor, de cor vermelho-alaranjada, que é colhida manualmente durante o período de floração e seca imediatemente após a colheita.
Os compostos bioativos mais estudados do açafrão são:

  • Crocin – um carotenóide responsável pela cor vibrante
  • Crocetina – outro carotenóide com propriedades antioxidantes
  • Safranal – o composto aromático que dá o odor característico

Estes compostos parecem atuar em várias frentes no cérebro, o que explica o seu potencial terapêutico.

Como o açafrão pode atuar na depressão?

A ciência tem identificado vários mecanismos pelos quais o açafrão e os seus compostos ativos podem exercer efeitos antidepressivos, tais como:

🔹 Modulação de neurotransmissores

Estudos em animais sugerem que o açafrão atua sobre os sistemas de neurotransmissores envolvidos na regulação do humor. A crocina parece atuar através da inibição da recaptação de dopamina e norepinefrina, enquanto o safranal pode atuar sobre a serotonina.

🔹 Ação anti-inflamatória

A inflamação crónica está associada à depressão. O açafrão tem demonstrado propriedades anti-inflamatórias, inibindo a ativação da microglia e a sinalização NF-κB, o que reduz a produção de citocinas pró-inflamatórias.

🔹 Ação antioxidante

O stress oxidativo é outro fator implicado na depressão. Os compostos do açafrão têm atividade antioxidante, protegendo as células cerebrais dos danos oxidativos.

🔹 Neuroplasticidade e fator neurotrófico (BDNF)

Estudos em modelos animais mostraram que o açafrão pode aumentar a expressão de proteínas associadas à neuroplasticidade, como o BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro) e a ativação da via PI3K/AKT, que promove a sobrevivência neuronal.

O que dizem os estudos clínicos?

A evidência clínica sobre o açafrão e a depressão tem crescido significativamente, com dezenas de ensaios clínicos randomizados e várias meta-análises a suportarem a sua eficácia.

 Meta-análise de 2025: 34 estudos, 1769 participantes

Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2025, que incluiu 34 ensaios clínicos randomizados com 1769 participantes, concluiu que a suplementação com açafrão reduziu significativamente os sintomas depressivos, conforme medido pelo Inventário de Depressão de Beck (BDI).

Açafrão comparável a antidepressivos convencionais

Vários ensaios clínicos randomizados, duplo-cegos, compararam o açafrão com antidepressivos como a fluoxetina (Prozac).

EstudoDuraçãoDoseComparadorResultado
Akhondzadeh et al. (2005)6 semanasAçafrão 30 mg/diaFluoxetina 20 mg/diaEficácia comparável (p>0.05)
Noorbala et al. (2005)6 semanasAçafrão 30 mg/diaFluoxetina 20 mg/diaEficácia comparável (p>0.05)
Shahmansouri et al. (2014)6 semanasAçafrão 30 mg/diaFluoxetina 20 mg/diaEficácia comparável (p=0.47)

Nestes estudos, ambos os grupos apresentaram reduções significativas nos scores da Hamilton Depression Rating Scale (HAM-D), sem diferença estatisticamente significativa entre eles.

Efeito aditivo em doentes que já tomam antidepressivos

Um estudo de 2015, com doentes que já estavam a tomar ISRS (antidepressivos), avaliou o efeito da adição de crocina (15 mg, duas vezes ao dia) ao tratamento. O grupo que adicionou crocina apresentou melhorias significativamente maiores no Inventário de Depressão de Beck (BDI) do que o grupo que recebeu placebo (diferença de 21.6 vs. 9.2 pontos; p<0.01).

O maior estudo até à data: benefícios comprovados

O maior estudo já realizado sobre o açafrão e o humor, publicado em 2025, envolveu 202 adultos com sintomas depressivos subclínicos. Os participantes receberam 28 mg de extrato de açafrão por dia ou placebo durante 12 semanas.
Os resultados mostraram que:

  • 72.3% dos participantes no grupo do açafrão alcançaram uma melhoria clinicamente significativa (redução ≥7 pontos na escala DASS-21), contra 54.3% no grupo placebo (p=0.010) 

  • O efeito foi estatisticamente significativo, com um tamanho de efeito moderado (Cohen’s d = 0.39) 

  • Em subgrupos com perturbações de sono mais graves, o açafrão também melhorou a qualidade do sono 

Efeito rápido: crocetina em modelos animais

Em modelos animais de depressão induzida por stress, a crocetina (um dos compostos ativos do açafrão) demonstrou efeitos antidepressivos rápidos, normalizando comportamentos depressivos em apenas 3 horas após a administração, com efeitos que se mantiveram por até 2 dias . Estes efeitos foram atribuídos à redução da inflamação no hipocampo e à ativação da via PI3K/AKT.

Estudo em doentes com Parkinson

Um estudo randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, publicado em 2024, avaliou o efeito do açafrão (15 mg, duas vezes ao dia) em doentes com doença de Parkinson e sintomas depressivos. Os resultados mostraram que o açafrão melhorou significativamente os sintomas depressivos (avaliados pela HAMD), embora não tenha melhorado os sintomas motores.

Resumo do que a ciência nos diz

EvidênciaNível
Eficácia antidepressivaModerada a alta (meta-análises de 34 RCTs) 
Comparação com antidepressivosEficácia comparável à fluoxetina 
SegurançaBoa tolerabilidade; efeitos secundários leves 
Mecanismos de açãoNeurotransmissores, inflamação, neuroplasticidade

O que concluir deste artigo

A ciência sobre o açafrão e a depressão é promissora. Múltiplos ensaios clínicos, meta-análises e estudos em modelos animais apontam para a sua eficácia na redução de sintomas depressivos, tanto como monoterapia como em combinação com antidepressivos convencionais.
No entanto, é importante ter expectativas realistas:

  • A maioria dos estudos foi realizada em amostras pequenas ou em contextos específicos

  • A qualidade dos extratos e a dose utilizada variam entre estudos

  • O açafrão não substitui o acompanhamento médico e a medicação prescrita

Ainda assim, o crescente corpo de evidência, incluindo a meta-análise mais recente de 34 estudos  e o maior ensaio clínico até à data com 202 participantes, sugere que esta especiaria milenar pode ter um lugar legítimo no apoio ao bem-estar mental.
Se estás a considerar experimentar, fala sempre com o teu médico primeiro, especialmente se já tomas medicação para a saúde mental.

Rhodiola Extract: Energia Celular e Resiliência ao Stress

O adaptogénio que a ciência está a olhar com atenção

Vivemos num ritmo que exige muito do corpo e da mente. Prazos, reuniões, treinos, vida pessoal… e a sensação de que o combustível começa a escassear ao final do dia.
Rhodiola rosea é um dos adaptogénios mais estudados e respeitados no mundo da suplementação natural. E há uma formulação que extrai o melhor desta planta: o Rhodiola Extract. Este suplemento foi desenvolvido para quem precisa de mais energia, melhor foco e maior resiliência ao stress — sem os efeitos secundários dos estimulantes convencionais.

O que é um adaptogénio?

Acredita-se que a Rhodiola seja um adaptogénio — um termo fitoterápico que significa que se pensa que esta substância ajuda o corpo a responder ao stress e a restaurar a função normal . Ao contrário dos estimulantes convencionais (como a cafeína), que criam picos e quebras de energia, os adaptogénios atuam de forma mais subtil, apoiando o equilíbrio geral do organismo.

O que é a Rhodiola rosea?

A Rhodiola é uma planta que cresce em regiões de clima frio, como a Sibéria, a Escandinávia e as montanhas da Ásia Central. É tradicionalmente utilizada há séculos para aumentar a resistência física, combater a fadiga e melhorar a capacidade de adaptação ao stress.
Na medicina tradicional, era comum os camponeses siberianos mastigarem raiz de Rhodiola para resistir aos longos dias de trabalho no frio extremo. Hoje, a ciência moderna confirma o que a tradição já sabia — ainda que com algumas nuances importantes.

O que torna o Rhodiola Extract especial?

A grande diferença está na padronização. Nem todos os suplementos de Rhodiola são iguais — e a eficácia depende diretamente da concentração dos compostos ativos.
Rhodiola Extract é padronizado com os seguintes componentes:

CompostoConcentração garantidaFunção principal
Rosavinas3%Compostos fenólicos que apoiam a função cognitiva e o bem-estar mental
Salidrósidos≥1%Responsáveis pelos efeitos adaptogénicos e energéticos 

Estes são os mesmos compostos utilizados em estudos clínicos que demonstraram os benefícios da Rhodiola.

Como funciona ao nível celular?

A Rhodiola apoia o metabolismo energético celular ao promover a produção eficiente de ATP (adenosina trifosfato) nas mitocôndrias . O ATP é o composto que o corpo utiliza para fornecer energia a todas as atividades celulares . À medida que envelhecemos, a produção de energia celular diminui naturalmente . A Rhodiola ajuda a contrariar esse processo.

O que a ciência diz sobre este suplemento?

A investigação sobre a Rhodiola tem sido abundante, mas os resultados são mais complexos do que uma simples “cura milagrosa”. Vamos analisar o que os estudos realmente mostram.

Desempenho físico e resistência

Uma meta-análise publicada em 2025, que incluiu 26 ensaios clínicos randomizados com 668 participantes saudáveis, revelou resultados promissores :

ParâmetroNúmero de estudosEfeito
VO2 máx (capacidade aeróbica)11 estudosMelhoria significativa (p < 0.01) 
Tempo até à exaustão7 estudosMelhoria significativa (p < 0.05) 
Performance em contra-relógio5 estudosMelhoria significativa (p < 0.05) 

A investigação também mostrou que a suplementação com Rhodiola pode:

  • Aumentar a capacidade antioxidante total em 6 estudos (p < 0.05) 

  • Reduzir os níveis de lactato (indicador de fadiga) em 7 estudos (p < 0.05) 

  • Reduzir a creatina quinase (marcador de dano muscular) em 9 estudos (p < 0.01) 

Uma revisão anterior sugere que doses mais elevadas de Rhodiola (entre 1500 a 2400 mg/dia durante 4-30 dias) demonstraram benefícios em sprints em bicicletas ergométricas e no treino de resistência, tanto em pessoas treinadas como não treinadas 

Performance mental e fadiga

Estudos clínicos sugerem que a Rhodiola rosea pode ter efeitos benéficos no desempenho físico e mental, incluindo a memória de curto prazo, concentração e mais . Em situações de stress, a Rhodiola pode ajudar a reduzir a fadiga.

Humor e bem-estar emocional

Um pequeno estudo com 89 pessoas que tomaram Rhodiola durante 42 dias mostrou benefícios no tratamento da depressão ligeira a moderada . Num ensaio clínico de 12 semanas com 57 pacientes, a Rhodiola foi comparada com a sertralina (um antidepressivo comum) e com placebo:

  • A depressão melhorou tanto no grupo da sertralina como no da Rhodiola, sem diferença significativa entre eles.

  • A Rhodiola foi menos eficaz que a sertralina em comparação com o placebo, mas teve menos efeitos adversos.

Composição e dosagem

Ingredientes por cápsula :
IngredienteQuantidadePadronização
Extrato de Rhodiola (raiz)250 mg3% rosavinas, ≥1% salidrósidos

Outros ingredientes: celulose vegetal (cápsula), maltodextrina, celulose microcristalina, estearato vegetal, sílica.
Sem OGM, sem glúten, adequado para vegetarianos.

Como tomar :

  • Dose recomendada: 1 cápsula, duas vezes ao dia, com o estômago vazio.

  • Horário: Tomar no início do dia. Se o suplemento interferir com o sono, tomar apenas na primeira metade do dia.

As doses clínicas comuns variam entre 200 a 600 mg por dia.

Rhodiola Extract da Life Extension é uma das formas mais bem estudadas e padronizadas deste adaptogénio. Com 250mg por cápsula e garantia de 3% rosavinas e ≥1% salidrósidos, oferece uma forma fiável de:

  • ⚡ Aumentar a energia e reduzir a fadiga

  • 🧠 Melhorar o foco e a performance mental

  • 🧘 Apoiar a adaptação ao stress

A ciência mostra resultados promissores, especialmente na melhoria do desempenho físico (VO2 máx, tempo até à exaustão) e na redução de marcadores de dano muscular e fadiga . No entanto, é importante ter expectativas realistas: os benefícios são reais, mas não milagrosos, e a Rhodiola não substitui tratamentos médicos convencionais.

P.S.: A Rhodiola pode ser uma excelente aliada para quem enfrenta períodos de maior exigência — mas lembra-te que os resultados mais notórios surgem com o uso consistente. Se tomas medicação regular, consulta um profissional de saúde antes de iniciar a suplementação.

Será a Calêndula o próximo Superalimento?

Uma Flor que Vai Muito Além da Decoração

A calêndula (Calendula officinalis), conhecida popularmente como bem-me-quer, é uma flor vibrante que enfeita jardins há séculos. Mas o que poucos sabem é que esta planta, de pétalas alaranjadas que lembram o sol, guarda um segredo: é um dos superalimentos mais promissores e subestimados da atualidade.
Enquanto o mundo se rende à espirulina, à quinoa e à matcha, a calêndula permaneceu, durante anos, confinada ao papel de planta ornamental ou a ingrediente de pomadas para a pele. No entanto, a ciência moderna está a revelar que esta flor é um verdadeiro tesouro nutricional e medicinal.

Neste artigo, vais descobrir:

  • ✅ O perfil nutricional surpreendente da calêndula
  • ✅ Os benefícios científicos que a colocam no radar dos superalimentos
  • ✅ Como a podes consumir no dia a dia
  • ✅ O que falta saber para a consagrar como o próximo “must-have” da tua cozinha

O que é a Calêndula e o que a torna tão especial?

Antes de mais, uma distinção importante: a calêndula de que falamos é a Calendula officinalis, também chamada de bem-me-quer ou maravilha. Não tem nada a ver com a tagete, a flor comum que enfeita os jardins no verão.
O seu nome, “calêndula”, deriva do latim calendae, que significa “primeiro dia do mês”, uma referência à sua longa e generosa floração ao longo do ano.

A calêndula é uma planta rica em compostos bioativos que justificam o seu potencial como superalimento. A sua composição é tão complexa e valiosa que tem sido alvo de estudos nas áreas da farmacologia, cosmética e, cada vez mais, da ciência alimentar.

Calêndula o Próximo Superalimento

Principais Grupos de Compostos Bioativos

Grupo de CompostosSubstâncias-ChaveFunções e Potencial
FlavonóidesQuercetina, isorhamnetina, rutina Potentes antioxidantes, anti-inflamatórios e protetores celulares. Contribuem para a cor vibrante das pétalas .
TriterpenosFaradiol, taraxasterol, calendulosídeos Responsáveis por grande parte da ação anti-inflamatória. Estudos mostram que o faradiol pode ter efeitos equiparáveis a anti-inflamatórios sintéticos .
Carotenóidesα-tocoferol (Vitamina E) e outros Antioxidantes lipossolúveis que protegem as células, são precursores da vitamina A e dão a cor laranja característica .
Ácidos FenólicosÁcido gálico e derivados Compostos com elevada capacidade antioxidante.
Ácidos Gordos EssenciaisÁcido linoleico (ómega-6) Contribuem para a saúde da pele e têm funções anti-inflamatórias. As pétalas da calêndula são ricas em gorduras poli-insaturadas 

O que a diz a Ciência sobre os Benefícios da Calêndula?

O interesse da comunidade científica pela calêndula não é recente, mas tem vindo a intensificar-se. Os estudos sugerem que esta flor pode ser uma aliada importante em várias áreas da saúde humana. A Agência Europeia de Medicamentos (EMA), por exemplo, já reconhece o seu uso tradicional para inflamações ligeiras da pele e da boca.

Antioxidante e Anti-inflamatório Natural

A calêndula é uma fonte concentrada de compostos com ação antioxidante, que ajudam a combater o stress oxidativo, um processo associado ao envelhecimento e a várias doenças crónicas . As suas propriedades anti-inflamatórias, atribuídas principalmente aos triterpenos, são tão notáveis que já foram comparadas a medicamentos sintéticos.

Calêndula o Próximo Superalimento

Potencial na Saúde Cardíaca e Cerebral

Os estudos mais abrangentes indicam que a calêndula possui uma vasta gama de atividades farmacológicas, incluindo efeitos cardioprotetores (proteção do coração) e neuroprotetores (proteção do cérebro) . Embora a investigação sobre o seu consumo como alimento para estes fins seja emergente, os resultados são promissores.

Protetor do Fígado e do Estômago

As suas propriedades hepatoprotetoras (proteção do fígado) e gastroprotetoras (proteção do estômago) também estão documentadas na literatura científica . Estes benefícios fazem da calêndula um alimento funcional interessante para a saúde digestiva.

Efeitos Anti-envelhecimento

Os compostos bioativos da calêndula, como os carotenóides e flavonóides, também são estudados pelos seus efeitos anti-ageing (anti-envelhecimento) e fotoprotetores (proteção contra os danos do sol) . A sua riqueza em antioxidantes contribui para a proteção da pele e das células.

Calêndula o Próximo Superalimento

O que está a tornar a Calêndula um “Superalimento”?

Para além dos seus benefícios medicinais, a calêndula está a ganhar terreno no mundo da nutrição por várias razões. Não se trata apenas de uma planta curativa, mas de um ingrediente alimentar funcional e versátil.

Perfil Nutricional Interessante

Estudos já caracterizaram o valor nutricional das pétalas de calêndula, que podem ser consumidas como alimento. Os dados mostram que as pétalas são:

  • Uma fonte de proteína e minerais: Estudos recentes, como a incorporação de 5% de pó de calêndula em massa fresca, resultaram num aumento de 64% no teor de cinzas (minerais), 24% na gordura e 18% na proteína bruta.
  • Ricas em antioxidantes: A mesma massa com calêndula viu a sua atividade antioxidante aumentar em 88%.
  • Fontes de vitaminas: Em particular, de tocoferóis (Vitamina E), onde a calêndula se destaca entre outras flores comestíveis.

Versatilidade no Consumo

Uma das grandes vantagens da calêndula é a sua versatilidade na cozinha. Pode ser consumida de várias formas, que, embora antigas, estão a ser redescobertas:

  • Pétalas frescas em saladas: Uma forma simples e colorida de adicionar um toque de crocância e nutrientes a uma salada.
  • Como infusão (chá): As pétalas secas podem ser usadas para fazer um chá aromático e com propriedades medicinais .
  • Como corante natural: A sua cor laranja vibrante, rica em carotenóides, é usada na indústria alimentar como substituto natural do açafrão e para colorir queijos .
  • Inovação alimentar: A investigação mais recente foca-se no seu uso como um ingrediente funcional, em pó, para enriquecer alimentos processados, como a massa de pastelaria, aumentando o seu valor nutricional e atividade antioxidante.

Sustentabilidade e Circularidade

Outro fator que pode impulsionar a calêndula como superalimento é a sustentabilidade. Cientistas estão a estudar o aproveitamento total da planta, incluindo caules e folhas (considerados resíduos da colheita de flores), para extrair compostos bioativos valiosos. Esta abordagem promove a bioeconomia circular e a redução do desperdício . Para além disso, a calêndula é uma planta que se cultiva facilmente e até ajuda a proteger outras culturas de pragas.

O que falta para a a sua consagração?

Apesar do entusiasmo, há um passo essencial para que a calêndula seja considerada um superalimento mainstream: a realização de mais estudos clínicos em humanos.

Atualmente, muitos dos benefícios atribuídos à calêndula são baseados em estudos de laboratório (in vitro) e em animais, que confirmam a sua composição química e o seu potencial . Por exemplo:

  • Embora se saiba que tem ação antioxidante e anti-inflamatória, a extensão e a forma como o seu consumo alimentar regular beneficia a saúde humana a longo prazo ainda não são totalmente conhecidas.
  • Os seus benefícios para o tratamento do cancro foram vistos em células em laboratório, mas são necessários estudos em humanos para confirmar qualquer efeito.
Calêndula o Próximo Superalimento

Precauções e Contraindicações

Como qualquer alimento ou suplemento, a calêndula não é para todos. Recomenda-se precaução ou que se evite o seu uso :

  • Durante a gravidez e amamentação.

  • Em pessoas com alergias conhecidas a plantas da família Asteraceae (como margaridas, crisântemos, malmequeres e dentes-de-leão).

  • Em pessoas que estejam a tomar medicamentos para a tensão arterial ou sedativos.

A calêndula pode causar reações alérgicas em pessoas sensíveis. O seu uso tópico pode causar irritação em alguns casos, e o seu consumo oral, em grandes quantidades, pode afetar a eficácia de outros medicamentos.

Conclusão: Um Superalimento em Ascensão

A calêndula tem todas as credenciais para se afirmar como um superalimento: uma composição química de elevado valor, evidência científica robusta sobre as suas propriedades, um perfil nutricional promissor e uma versatilidade que a torna fácil de integrar na dieta.
A sua rica história de uso tradicional, aliada à moderna ciência que comprova os seus benefícios, coloca esta flor vibrante numa posição de destaque. À medida que a investigação avança e mais estudos clínicos em humanos forem realizados, é bem provável que a vejamos a sair dos jardins para se tornar um ingrediente fundamental nas nossas cozinhas e na indústria alimentar.

Por enquanto, já podes começar a beneficiar do seu potencial: salpica pétalas de calêndula na tua salada, prepara uma infusão relaxante, ou experimenta um produto inovador que a utilize como ingrediente. A natureza está, mais uma vez, a oferecer-nos uma solução poderosa e saborosa.

A ciência está a olhar para ela. E tu, estás pronto(a) para a incluir na tua vida?

Ómegas: A História do “Milagre” que a Ciência Mandou Rever

Porque é que o que sabias sobre os ómegas pode estar errado

Diziam que o ómega-3 era a cura para quase tudo. Doenças cardíacas, declínio cognitivo, artrite, depressão…e, já agora, cabelo e unhas mais bonitos. A promessa era tentadora. E vendeu milhões de frascos.
Mas e se a ciência mais recente te dissesse que parte dessa história é… exagerada? E se o ómega-3, tal como o conheces, não for a bala mágica que te venderam? 
Este não é mais um artigo a repetir os benefícios do ómega-3. Esta é uma história sobre ciência que contradiz o marketing, sobre afirmações infundadas e sobre como podes (ou não) tirar partido deste suplemento.

Na Shaker somos honestos, somos sérios e, sobretudo, queremos o melhor para ti!
Sim, vendemos ómegas! Sim, os ómegas têm muitos benefícios. Mas neste artigo vais saber se é o suplemento certo para ti.

O que a ciência já sabia (e o que nunca te disseram)

Antes de mais: a ciência nunca disse que o ómega-3 era uma panaceia. Disse que alguns estudos observacionais associavam o consumo de peixe a um menor risco cardiovascular. Mas estudos observacionais não provam causalidade – e algumas empresas de suplementos fizeram desse “pode ser” uma certeza. 
A verdade inconveniente é esta:

“Aumentar o consumo de alimentos ricos em ómega-3 para além do habitual produz pouco ou nenhum efeito na diminuição do risco de morte ou de doenças cardiovasculares.”  — Cochrane Iberoamérica

Ensaios clínicos – o padrão base da ciência – mostram que o efeito do ómega-3 na prevenção cardiovascular é nulo ou muito pequeno. E o grau de certeza desta evidência é moderado a alto. Ou seja: não estamos a falar de uma dúvida. Estamos a falar de um dado científico robusto. 

O que revelou um estudo com 2.819 suplementos

Um estudo publicado no JAMA Cardiology analisou os rótulos de 2.819 suplementos de ómega-3 disponíveis no mercado. O resultado? Cerca de 74% faziam pelo menos uma afirmação de saúde. Mas apenas 19% tinham uma declaração qualificada revista pela FDA – ou seja, que reconhece a incerteza científica. 
Os restantes? Afirmações vagas e não comprovadas como:

  • “promove a saúde do coração”
  • “apoia a função cerebral”
  • “favorece a saúde das articulações”
  • “apoia a saúde ocular e imunitária”

Por isso, a primeira coisa a que deves ter atenção é às marcas do fabricante e à qualidade a ela inerente.

A confusão entre Peixe e Suplemento

Grande parte do exagero veio de uma confusão fundamental: confundir os benefícios de comer peixe com os benefícios de tomar suplementos.
Comer peixe (como salmão, sardinha ou cavala) duas vezes por semana traz benefícios comprovados para a saúde em geral. Mas o peixe não é apenas ómega-3 – contém proteínas de alta qualidade, vitamina D, selénio e outros nutrientes que trabalham em sinergia. Isolar o ómega-3 num frasco não replica esse efeito.
A conclusão é: se comes peixe regularmente, um suplemento provavelmente não vai acrescentar nada. Se não comes, um suplemento pode ser útil – mas não esperes milagres.

Óleo de Peixe vs. Óleo de Krill – e a confusão dos fosfolípidos

Há quem defenda que o óleo de krill é superior ao óleo de peixe, porque os ácidos gordos estão ligados a fosfolípidos, o que supostamente melhora a absorção. Mas o que é que a ciência diz sobre isso?
Um estudo de Ramprasath mostrou que o krill elevou o índice de ómega-3 no sangue mais rapidamente do que o óleo de peixe. No entanto, um outro estudo mais recente de Yurko-Mauro demonstrou que,
quando as doses de EPA e DHA são rigorosamente iguais, não há diferença significativa na absorção entre os dois. 
Ou seja: a diferença pode não ser o tipo de óleo, mas sim a quantidade de EPA e DHA que estás a consumir. E as diferenças de absorção, quando existem, não são necessariamente clinicamente relevantes.

E os vegetais? A conversão do ALA que quase nunca acontece

Outra confusão comum: achar que as fontes vegetais de ómega-3 (sementes de chia, linhaça, nozes) são equivalentes ao ómega-3 de peixe.
Não são! As fontes vegetais contêm ALA, que o corpo precisa de converter em EPA e DHA. E essa conversão é limitada e ineficiente – entre 5% e 15%, dependendo da pessoa. 
Isso não significa que devas evitar sementes de linhaça (que são ótimas para as fibras), mas significa que, se o teu objetivo são os benefícios associados ao EPA/DHA, as fontes marinhas ou suplementos com EPA/DHA são bem mais diretos.

As doses importam? E os rótulos?

Um outro problema: a dose de EPA e DHA nos suplementos varia imenso. O estudo do JAMA Cardiology encontrou uma “heterogeneidade significativa” nas doses diárias, com a mediana a rondar os 600 mg/dia, mas com produtos que variavam entre 300 mg e 1100 mg. 
Além disso, mais de 20% dos adultos com mais de 60 anos tomam ómega-3 para a saúde cardíaca, apesar dos ensaios clínicos não mostrarem benefício significativo. Talvez o dinheiro gasto nisso pudesse ser aplicado em intervenções com eficácia comprovada. 

O que deves fazer? (sem exageros)

Depois desta leitura, a resposta não é “nunca tomes ómega-3”. É: toma se fizer sentido para ti, mas sem expectativas milagrosas.

  1. Começa pela alimentação. Duas porções de peixe gordo por semana. Se já o fazes, estás no bom caminho. 
  2. Se não comes peixe… um suplemento de 1 a 2 gramas de EPA+DHA por dia pode ser uma abordagem razoável. É uma dose segura e frequentemente recomendada. 
  3. Escolhe com critério. Procura produtos com certificação IFOS, USP ou ConsumerLab (garantem pureza e que a dose do rótulo corresponde à cápsula). Evita marcas com afirmações vagas e exageradas. 
  4. Consulta o teu médico. Especialmente se tomas anticoagulantes – o ómega-3 pode ter efeito anticoagulante em doses altas (acima de 3g/dia). 
  5. Não substituas estatinas ou medicação prescrita por ómega-3, pois a eficácia não é comparável.

Pensa sobre isto: quando a Shaker publica um artigo que questiona até os próprios produtos que vende, está a dizer-te:

“Nós não estamos aqui só para vender. Estamos aqui para te ajudar a fazer escolhas informadas e acertadas para o teu caso.”

Isso é o que separa uma simples loja de suplementos de uma marca de confiança.
A Shaker não é uma loja qualquer. É uma loja que se preocupa com o que vende. E que tem coragem de dizer a verdade – mesmo quando essa verdade podia custar uma venda hoje. Mas temos a certeza que é por isso que os nossos clientes voltam.

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